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CARTEL

Anestesistas são liberados para suspender cirurgias

8 MAR 14 - 00h:00DA REDAÇÃO

Decisão do Tribunal Regional Federal da Terceira Região, com sede em São Paulo, que negou anteontem recurso movido pelo Ministério Público Federal (MPF), pela manutenção do contrato com a Servan, sociedade de médicos anestesistas, ameaça suspender 350 intervenções cirúrgicas mensais, provocando uma crise nos hospitais de Campo Grande. O MPF acusa os anestesistas por prática de cartel. A reportagem está na edição de hoje (07) do jornal Correio do Estado.

Três meses atrás, em novembro, expirou o prazo do contrato firmado por meio de licitação entre o Hospital Universitário (HU) com a Servan Anestesiologia e Tratamento de Dor de Campo Grande.

A empresa quis reajustar o serviço prestado, mas o HU sustentou que só poderia pagar aos anestesistas pela tabela SUS (Sistema Único de Saúde).

O Ministério Público Federal (MPF) moveu ação pedindo que a Servan continuasse prestando serviço até que o hospital promovesse concurso público para contratar os especialistas e que mantivesse a tabela do SUS. A Justiça Federal, em Campo Grande, deu ganho de causa aos médicos, o MPF recorreu no TRF-3, que manteve a primeira decisão, ou seja, desobrigou os médicos a atenderam o HU pelo preço do contrato que terminou em novembro. A reportagem é de Celso Bejarano.

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