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UNIÃO DE RIVAIS

André diz que é difícil aliança com PT

André diz que é difícil aliança com PT
15/02/2014 00:00 - DA REDAÇÃO



   André Puccinelli fala sobre seu encontro com o ministro Mercadante (Foto: Álvaro Rezende)

O ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, convidou o governador André Puccinelli (PMDB) para reproduzir aliança nacional do PT-PMDB em Mato Grosso do Sul. Eles se reuniram na última quinta-feira (13), após Mercadante convocar André para audiência no Palácio do Planalto, em Brasília (DF). Ontem, o governador revelou o desejo da nacional do PT de ter o PMDB junto na eleição estadual deste ano. No entanto, André adiantou que a pré-candidatura de Nelsinho Trad ao governo do Estado e da vice-governadora Simone Tebet (PMDB) ao Senado já estão muito avançadas, sendo muito difícil a aliança, segundo reportagem na edição de hoje (15) do jornal Correio do Estado.

“Querem que nós estejamos com eles. De que forma? A definir. Aí, eu explanei que agora é difícil”, afirmou André. “Agora, já tem candidato lançado. Eu não vou lá e tiro”, emendou. André disse ainda que irá passar a proposta ao Diretório Regional do PMDB para avaliação. “Eu vou passar para o diretório”. 

   Ascensão de Nelsinho nas pesquisas muda cenário, diz André (Foto: Paulo Ribas)

O governador lembrou ao ministro que, em 2012, conversou com a nacional do PT já pensando na possível aliança com os petistas para o pleito deste ano. Na época, André sugeriu, em troca de apoio, a vaga à candidatura de vice-governador para Nelsinho Trad e Senado para a vice-governadora Simone Tebet. Mas teve a proposta rejeitada. O PT aceitou apenas disponibilizar a vaga de vice. Naquela época, o pré-candidato do PT, senador Delcídio do Amaral, disparava nas pesquisas feitas para consumo interno dos partidos.

Agora, com a ascensão de Nelsinho nas pesquisas de opinião pública, ultrapassando o petista em Campo Grande, no maior colégio eleitoral, o cenário mudou com o PT abrindo mais espaço na chapa majoritária para o PMDB. A reportagem é de Roberta Cáceres.

Felpuda


Ao que tudo indica, partido teria criado “racha” apenas visando jogar para a plateia, e, assim, quem estava com a corda toda anunciou que se prepara para o desembarque. Nos bastidores o que se ouve é que o tal fundo partidário seria o motivo da desavença e que quem nunca comeu mel quando come se lambuza. Só que não. A estratégia é continuar “dono” da atual legenda e “tomar a frente” de partido que está em fase embrionária. Tudo inspirado na “velha política”.