sexta, 20 de julho de 2018

ENTREVISTA

André desdenha radicais, critica pouco repasse e fala da sucessão

16 FEV 2011Por DA REDAÇÃO00h:00

Durante conversa de 20 minutos ontem (15) com jornalistas na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, logo após a cerimônia de instalação da primeira sessão da nona legislatura, o governador André Puccinelli (PMDB), abordou diversos assuntos. Disse que não vê problemas com oposição naquela Casa afirmando que não deverá haver radicalismo pois “os radicais se vão”.

Criticou a falta de mais recursos do Governo federal explicando que Mato Grosso do Sul é o último dos 27 estados em recebimentos e transferências voluntárias. Segundo ele, nesta quarta-feira estará em Brasília para reunião com a bancada federal para, juntos, reforçar o pedido de liberação de recursos para 10 municípios que enfrentaram problemas causados pela chuva no ano passado e que até agora nada receberam.

Na Capital federal vai também, juntamente com o governador do Paraná Beto Richa, tratar da Ferrovia de Maracaju.  

Defendeu a reforma tributária porque, conforme enfatizou, o Governo federal “tudo abocanha”.

André assegurou que "nunca se afastou", mas também "não se aproximou de Lula e a presidente Dilma Roussef".

Sobre a sucessão municipal em Campo Grande afirmou que o processo normalmente é conduzido pelo prefeito, mas assegurou que “eu vou querer meter o bedelho” sem brigar com Nelsinho Trad. Voltou, por fim, a reafirmar sua disposição de “pendurar as chuteiras” quando encerrar seu mandato.

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