Anatel: planos de operadoras precisam de estimativa para 4G

Anatel: planos de operadoras precisam de estimativa para 4G
31/07/2012 04:00 - terra


O presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), José Rezende, disse nesta segunda- feira que a estatal já recebeu os planos de investimentos das operadoras brasileiras, mas que os considerou "insuficientes". Por isso, a agência exigiu agora a entrega de uma estimativa da demanda pelo 4G, como é conhecida a quarta geração de telefonia móvel, que vai possibilitar a transmissão de dados com velocidade até dez vezes maior do que a suportada atualmente.

"Elas (operadoras) apresentaram (os planos de investimento). Achamos que estava insuficiente e pedimos para completar. Nossa exigência (agora) é a progressão de demanda também do 4G do ponto de tráfego", disse.

Os planos de investimento foram pedidos como forma de rever a punição imposta a Oi, TIM e Claro, pela própria Anatel, no último dia 18, devido a problemas na qualidade dos serviços prestados. Por conta disso, a TIM está proibida de vender em 19 Estados, a Oi em cinco Estados e a Claro em três. O veto das vendas passou a vigorar na última segunda-feira, 23.

As operadoras já haviam entregado planos, mas precisaram "aprimorá-los" porque não levaram em consideração a demanda pelo uso da tecnologia nos eventos esportivos que o País vai sediar, como a Copa do Mundo, em 2014, e as Olímpiadas, em 2016.

Somente após as empresas entregarem os planos de investimentos e melhorias, com esses novos detalhes, é que será possível estimar o prazo para que a Anatel analise e aprove ou não os projetos. A suspensão das proibições só acontecerá com aprovação desses planos.

Apesar de não ter sido punida, a Vivo também apresentou um plano de metas de aprimoramento da qualidade de serviço para os próximos dois anos. A empresa foi a única dentre as grandes operadoras nacionais de telefonia celular a não sofrer sanções por baixa qualidade de serviço.

smaple image

Fique por dentro

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo, direto no seu e-mail.

Quero Receber

Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".