Americanos e britânicos estão entre mortos em ataque em Cabul

Americanos e britânicos estão entre mortos em ataque em Cabul
18/01/2014 13:45 - Folhapress


Dois americanos e dois britânicos estão entre os 21 mortos em atentado reivindicado pelo Taleban contra um restaurante libanês no centro de Cabul, no Afeganistão, na noite de ontem. A ação foi sucedida por um tiroteio, em que três insurgentes foram mortos.

Segundo a embaixada dos Estados Unidos em Cabul, os dois eram funcionários de uma organização privada sem fins lucrativos e atuavam na Universidade Americana do Afeganistão, instituição fundada após o início da guerra, em 2001. A embaixada e a instituição não informaram o nome das vítimas.

Já a Chancelaria britânica confirmou a morte de dois cidadãos do Reino Unido um vinculado à Missão Policial Europeia no Afeganistão e um homem, identificado como Dhamender Singh Phangurha. Além de EUA e Reino Unido, o Canadá confirmou a morte de dois cidadãos e a Dinamarca, de um.

No ataque, também morreram três funcionários da ONU e Wabel Abdullah, do FMI (Fundo Monetário Internacional). O local atingido se chamava "Taberna do Líbano", um restaurante muito apreciado por diplomatas, trabalhadores humanitários e outros estrangeiros que vivem na capital afegã.

Atentado
A ação começou na noite de ontem, quando um homem-bomba detonou explosivos em frente ao restaurante. Em seguida, outros dois homens entraram e começaram a atirar nos clientes. Testemunhas afirmaram que o ataque foi extremamente violento.

"Estava sentado com amigos na cozinha quando ocorreu a explosão. A fumaça entrou pela cozinha e, a princípio, pensei que fosse um acidente com um bujão de gás, mas logo em seguida um homem entrou gritando 'Allah akbar!' ("Deus é grande") e começou a atirar", disse o cozinheiro Abdul Majid.  

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".