Ameaças ao Irã fazem israelenses se prepararem para guerra

Ameaças ao Irã fazem israelenses se prepararem para guerra
26/08/2012 02:00 - terra


Em Israel, não se fala em outra coisa: o país pode atacar o Irã em setembro ou outubro, antes das eleições americanas, marcadas para 6 de novembro. Enquanto a mídia divulga os preparativos das autoridades para proteger os civis, analistas se questionam sobre um provável blefe do premiê israelense, Benjamin Netanyahu. Estaria Netanyahu instaurando um clima de medo entre a população somente para chamar atenção do governo americano?

Sem ter como saber, a população se pergunta quais seriam os lugares mais seguros em caso de um ataque iraniano, para onde correr quando as bombas começarem a cair, se os aeroportos serão fechados ou quanto tempo demora para chegar um míssil do Irã a Tel Aviv, considerado o alvo principal em caso de uma guerra com o país vizinho. A prefeitura da cidade firmou acordos com 60 estacionamentos subterrâneos particulares, que serão transformados em bunkers se a guerra começar. Espalhados pela cidade, eles têm capacidade para abrigar cerca de 850 mil pessoas.

O Comando da Retaguarda, braço do Exército para a defesa dos civis, também firmou um acordo com as empresas de telefonia móvel, que cederão serviços de mensagens de texto caso comece a guerra. Nesse caso, os residentes receberão alertas para correr para o bunker se forem detectados mísseis disparados contra a região onde se encontra.
 

smaple image

Fique por dentro

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo, direto no seu e-mail.

Quero Receber

Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".