Campo Grande - MS, domingo, 19 de agosto de 2018

DOURADOS

Ameaça de bomba na CEF mobiliza até policiais da Capital

26 MAR 2011Por Antonio Viegas/Dourados12h:03

Uma caixa de sapatos com um relógio, fios e outros matérias simulando uma bomba, mobilizou policiais Dourados e de Campo Grande e o Corpo de Bombeiros até a madrugada de hoje. O artefato foi colocado à frente de uma das agências da Caixa Econômica Federal, na Avenida Weimar Torres, centro da cidade, por volta de 8hs da noite e só desativado na madrugada por uma equipe do GATE (Grupo de Ações Táticas Especiais).

Esse é o terceiro caso de ameaça de bomba em Dourados, desde o início do ano. A polícia tem investigado os casos, mas até agora não tem pistas sobre quem estaria por traz disso. São situações que poderiam ser tratadas como brincadeiras de mau gosto, mas para as autoridades é impossível garantir isso sem seguir todo o procedimento para garantir a segurança não só da população como dos próprios policiais.

No caso da Caixa Econômica a polícia Militar isolou as duas pistas da Avenida Weimar Torres em um quarteirão, determinou a retirada de vigias do banco e de prédios vizinhos, bem como moradores próximos. A área, num raio de cem metros permaneceu isolada até por volta de 2hs da manhã de ontem, depois que a equipe do Gate, que se deslocou para Dourados apenas com essa finalidade, destruiu a suposta bomba.

O capitão Carlos Silva, da PM de Dourados informou que foram feitas duas ligações para o 190. Na primeira a pessoa dizia que havia um pacote suspeito à frente da agência bancária. Uma segunda ligação dizia que havia uma bomba dentro de uma caixa. O policial acredita que a ligação tenha sido feita pela própria pessoa que colocou o objeto, já que o pacote estava fechado quando a primeira equipe de policiais chegou ao local.

Na última terça-feira, outra suposta bomba também deixou a cidade apreensiva. Um pacote foi localizado em um terreno baldio, próximo ao BNH 1º Plano e a polícia concluiu que se tratava apenas uma simulação de bomba e recolheu a engenhoca. Em fevereiro outro fato semelhante aconteceu na Câmara de Vereadores, só que neste caso havia uma pequena quantidade de explosivo que quase feriu o vigia. 

Leia Também