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SENADO FEDERAL

Alto preço dos carros em debate, hoje

Alto preço dos carros em debate, hoje
25/02/2014 00:00 - AGÊNCIA SENADO


Nesta terça-feira (25), o Senado debaterá soluções para baixar os preços de carros novos no Brasil. A pedido da senadora Ana Amélia (PP-RS), a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) promoverá uma segunda audiência pública sobre o tema.

Será dada nova oportunidade para a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) participar do debate, uma vez que a entidade não enviou representante das montadoras para a audiência ocorrida em dezembro de 2012.

- O objetivo é ampliar a discussão já iniciada e discutir medidas para a solução desse problema - destacou Ana Amélia.

A segunda audiência da CAE sobre o preço dos carros fabricados no Brasil será às 14h30min.

Na audiência de dezembro, o jornalista Joel Silveira Leite, da Agência Autoinforme, disse que o preço médio do carro no Brasil subiu 39% nos últimos10 anos.

- Nada justifica o preço do carro brasileiro em relação ao resto do mundo – afirmou ele na época.

Para explicar parte dessa discrepância, Luiz Carlos Mandelli, do Sindipeças, disse que a carga tributária brasileira é muito mais elevada que a dos Estados Unidos – 36% aqui contra cerca de 9% lá. Já os custos de produção norte-americanos chegam a 88% do preço do carro e ficam em torno de 58% no Brasil. A margem de lucro das montadoras aqui, porém, atinge 10%, enquanto nos Estados Unidos não passa de 3%.

Dessa vez, foram convidados para falar o presidente da Anfavea, Luiz Moan; o secretário-geral da Confederação Nacional dos Metalúrgicos, João Vicente da Silva Cayres; o vice-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Paulo Tigre; o presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flávio Antônio Meneghetti; e a jornalista Ângela Crespo, do site Consumo em Pauta.

Felpuda


Tudo indica que o MDB não conseguiu convencer o PSDB de iniciar namoro com vistas a casamento nas eleições, e a ideia teria sido descartada. Os tucanos demonstraram que o problema deles não é o cargo: os emedebistas ofereceram a vaga de vice na disputa à Prefeitura de Campo Grande, a mesma cobiçada pelos tucanos, mas na chapa do PSB do atual prefeito. A questão, politicamente falando, seria, digamos, o oferecido “noivo”. Afe!