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Campo Grande - MS, sábado, 17 de novembro de 2018

Campo Grande

Alto número de acidentes no trânsito afeta atendimento de hospitais

19 JUN 2012Por CELSO BEJERANO E ANAHI ZURUTUZA00h:02

Era uma ida ao supermercado. Há 16 dias, a diarista Ana Cristina de Andrade, 35 anos, estava na garupa da motocicleta do marido quando eles bateram na traseira de um carro na Avenida Consul Assaf Trad, região da Mata do Jacinto, e ela quebrou o joelho. Naquele 2 de junho de 2012, tudo o que ela e família haviam planejado para o resto deste ano foi por água a abaixo.

Internada na Santa Casa de Campo Grande, Ana já passou por três cirurgias, precisará fazer uma quarta operação para a colocação de pinos e não sabe quando terá alta do hospital. Sabe muito menos quando poderá voltar à vida normal. Depois de alguns meses com o joelho imobilizado precisará ficar alguns meses em repouso, depois passará por nova cirurgia para a retirada do pinos, terá de fazer fisioterapia e terá de ter inúmeros outros cuidados.

Ana Cristina conta que além do trauma físico, o acidente deixou marcas psicológicas. “A gente fica chateado, porque a gente pensa que por uma besteira a gente podia ter perdido a vida”. A diarista conta que ela e marido decidiram comprar a moto há um ano. “A gente queria facilitar a vida”. Desde então, eles não tinham tido qualquer problema no trânsito, a não algumas “fechadas” de outros veículos. 

Leia mais no jornal Correio do Estado.
 

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