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Campo Grande - MS, sexta, 18 de janeiro de 2019

da terra à indústria

Alta na produção de mandioca fomenta segmento industrial em MS

6 JUL 2014Por DA REDAÇÃO17h:00


Fotos: Bruno Henrique / Correio do Estado

A mandioca tem ocupado lugar de destaque na economia de Mato Grosso do Sul: é o quinto maior Valor Bruto de Produção, com receita de R$ 279,6 milhões em 2014, de acordo com levantamento do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Segundo informações do jornal Correio do Estado, no campo, a raiz deve bater recorde de produção em 2014. Com área de 51.758 hectares, a estimativa para a safra é de 954,9 mil toneladas, a maior produtividade da série histórica do IBGE, com dados desde 1990. O montante representa crescimento de 32% em relação a safra passada, que foi de 721,8 mil toneladas.

O crescimento na terra alavanca a outra ponta do processo produtivo: a indústria. O Estado conta com 14 fecularias em operação, sendo uma em expansão neste ano para o triplo da capacidade e outra em projeto de implantação, com aporte de R$ 50 milhões. A atividade está concentrada nas regiões sul e sudeste, com investimentos acima de R$ 36.852 milhões e geração de mais de 470 empregos diretos, segundo dados da Secretaria de Desenvolvimento Agrário, da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo (Seprotur).

Naviraí
Com a maior produção estadual, de 110,5 mil toneladas (safra 2014 – IBGE), o município de Naviraí passa a ser também o primeiro colocado na capacidade de industrialização da mandioca por conta da ampliação da fecularia da Cooperativa Agrícola Sul-mato-grossense (Copasul). A unidade teve a capacidade triplicada neste ano, passando de 200 toneladas por dia para 600 toneladas/dia.

A movimentação econômica gerada através da cadeia produtiva da mandioca contribui para a formação econômica de Naviraí, que é baseada na área rural (cana-de-açúcar, milho e soja).
De acordo com levantamento da prefeitura municipal, a cidade conta com três fecularias em operação. A prefeitura não tem dados sobre a receita gerada por todas as unidades, mas o prefeito Léo Matos afirma que é um setor expressivo. 

A reportagem é de Paula Vitorino.

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