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Campo Grande - MS, terça, 25 de setembro de 2018

Além da quimio e radioterapia, linfoma é tratado hoje com imunoterapia

12 SET 2009Por 13h:40
     

Da Redação
        

A recente exposição do linfoma no cenário nacional traz um grande benefício para a população: a importância e disseminação dos sinais e sintomas da doença, fundamentais para a detecção precoce, que aumenta, e muito, as chances de cura. Por outro lado, para que essa cura seja possível nos casos mais comuns de linfoma, que correspondem a 80% dos casos da doença no mundo ocidental? os chamados linfomas de células B -, habitualmente não deve ser feito apenas com quimio e radioterapia. Denominada de imunoterapia, este tipo de tratamento inovador atinge seletivamente as células linfomatosas e detém a multiplicação das células malignas.

A imunoterapia no tratamento do Linfoma alia o anticorpo monoclonal chamado MabThera (rituximabe), aos regimes de quimioterapia tradicionais. ?É consenso mundial que a utilização do rituximabe associado à quimioterapia, aumenta consideravelmente as chances de cura dos pacientes com linfoma de células B. A chegada deste tratamento, há 10 anos, foi um marco no tratamento da doença. Destaca -se os tratamentos dos linfomas difuso de grandes células B, do folicular, da zona do manto e, mais recentemente, da leucemia linfocítica crônica. Diversos países da Europa, Estados Unidos e até a África adotaram o medicamento como protocolo de tratamento?, afirma Dr. Cármino Antonio de Souza, médico hematologista e professor titular de Hematologia e Hemoterapia da Unicamp.

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