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FUTEBOL

Ainda insatisfeito, Felipão volta a pedir camisa 9

Ainda insatisfeito, Felipão volta a pedir camisa 9
28/02/2011 08:03 - ESTADÃO


Após o empate por 1 a 1 entre Palmeiras e São Paulo, no último domingo, no Morumbi, o técnico Luiz Felipe Scolari elogiou bastante o atacante Adriano, autor do gol palmeirense, mas voltou a pedir a contratação de um atacante. "Temos de valorizar a entrada do Adriano, que tem se posicionado bem mesmo não sendo o 9 que a gente tanto fala", declarou. "Ele tem preenchido um pouco aquilo que queremos."

Adriano deve seguir na reserva contra o Comercial, quarta-feira, no Pacaembu, na partida de volta da primeira fase da Copa do Brasil. O atacante já havia deixado sua marca no Piauí e neste domingo novamente não decepcionou.

"Tive a felicidade de entrar, expulsar o jogador deles e depois fiz o gol", vibrou. "Agradeço ao treinador que tem me dado a oportunidade. Estou muito feliz", disse o jogador, que mostrou por que tem o apelido de Michael Jackson. "O pessoal estava cobrando a dancinha. Falei que ia fazer aqui em São Paulo", contou, sobre a comemoração na hora do gol.

Apesar de o Palmeiras seguir sem vencer um clássico na temporada - havia perdido para o Corinthians por 1 a 0, no Pacaembu -, Kléber gostou do resultado contra o São Paulo. "Depois que o Alex Silva foi expulso, a gente foi melhor e criamos mais chances", contou.

Mesmo caindo para a terceira posição, Felipão não se incomoda. "Nunca me preocupei com esse negocio de liderança, isso não vai mudar nada", falou. "Ao menos o time tem tido espírito bom neste inicio de ano."

E a arbitragem? Felipão não acreditou quando soube que o São Paulo havia reclamado

da expulsão do zagueiro Alex Silva. "Ele deu um cascudo no Adriano", apontou. "E, pelo o que vi, nós que temos de reclamar, porque no último lance o Gabriel não estava impedido e era chance viva de gol." 

Felpuda


Figurinha começou a respirar aliviada, embora ainda esteja na corda bamba. Isso porque mudou de mãos o processo cuja sentença poderá mandá-la para casa definitivamente. Assim, pela “jurisprudência” com a qual o “analista” é conhecido, pode ser que o resultado seja bastante favorável, permitindo que a então desesperada pessoa continue com o assento em Brasília. Vamos ver!