CAMPO GRANDE

Agetran começa a organizar trânsito da Júlio de Castilhos

Agetran começa a organizar trânsito da Júlio de Castilhos
18/03/2014 00:00 - DA REDAÇÃO


Agentes municipais de trânsito começaram a fiscalizar, ontem, cruzamentos da Avenida Júlio de Castilhos que tiveram conversão à esquerda proibida, em projeto de revitalização da via, em obras há quase três anos. As mudanças, acompanhadas da ativação de seis conjuntos semafóricos, foram adotadas há uma semana, mas só nesta semana passaram a ser alvo da fiscalização. A reportagem está na edição de hoje (18) do jornal Correio do Estado.

No entanto, o que teoricamente serviria para acabar com o trânsito caótico já se tornou motivo de nova polêmica. Motoristas e comerciantes reclamam que a proibição das conversões só aumentou a confusão de motoristas e a distância de trajetos, enquanto “encolheram” as opções de acesso à avenida e até mesmo aos bairros, segundo a reportagem de Daniella Arruda.

De acordo com orientação dos agentes municipais de trânsito, com o novo reordenamento, agora os motoristas devem fazer os chamados laços de acesso, dando a volta na quadra por vias laterais para só então retornar à avenida e trafegar pelo sentido desejado (centro-bairro ou vice-versa).

O Jornal Correio do Estado apurou que será necessário fazer essa manobra em pelo menos três trechos — nos cruzamentos das ruas Brasília, Yokohama e Tupinambás, na região da Vila Palmira e Jardim Imá; Otávio Mangabeira, na região do Jardim Panamá; e no cruzamento com a Rua Maria Luiza Spengler, no Conjunto Ana Maria do Couto. 

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".