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Campo Grande - MS, domingo, 18 de novembro de 2018

Agente diz que Adriano não irá se aposentar após afastamento

6 MAR 2010Por 20h:30
     

        Da redação

        A briga feia que teve com a noiva Joana Machado na madrugada de sexta-feira deixou Adriano de cabeça quente, mas não o leva a pensar em dar um tempo na carreira como fez ano passado antes de acertar com o Flamengo depois de ter deixado a Inter de Milão, da Itália.
        "Não vejo risco de isso acontecer. O Adriano me disse que precisa esfriar a cabeça, com o que concordo, mas não deu sinal de que pode ter uma recaída e ficar deprimido", disse Gilmar Rinaldi, agente do Imperador.
        Adriano foi afastado dos jogos contra o Resende, que seria realizado neste sábado à noite, e Caracas (na próxima quarta-feira, na Venezuela, pela Copa Libertadores). Abalado com a confusão, ele disse à diretoria que não tinha condição psicológica para treinar.
        Contando o tempo em que esteve na seleção brasileira, o atacante já não aparece na Gávea há 11 dias. O plano é que ele treine duro a partir de segunda-feira para voltar ao time no clássico do próximo domingo contra o Vasco.
        Na madrugada de sexta-feira, junto com vários jogadores do Flamengo - entre eles Vágner Love e o goleiro Bruno -, Adriano foi a um baile funk na favela da Chatuba, no Complexo do Alemão. Joana Machado apareceu por lá e começou a discutir com o Imperador e seus companheiros.
        Quebrou os vidros do carro de Adriano e também do de outros jogadores, trocou ofensas com Bruno e agrediu o jogador, que a empurrou.
        PARA A EUROPA?

        Gilmar Rinaldi não sabe se o incidente fará o atacante pensar com mais carinho na possibilidade de voltar para o futebol europeu depois da Copa, mas considera que seu cliente está preparado para jogar fora do Brasil de novo. "Estive no Rio há alguns dias e conversei isso com o Adriano e a namorada na casa dele."
        A notícia da confusão chegou aos ouvidos de Dunga. Em declaração ao jornal Extra, do Rio de Janeiro, o técnico da seleção disse que o que aconteceu é "um problema interno entre Adriano e o Flamengo". Mas não perdeu a chance de dar o seu recado. "O que posso garantir é que não vão fazer o que fizeram em 2006. E não só porque eu não quero, mas porque o presidente da CBF não quer, os jogadores não querem e o torcedor não quer."
        O treinador reiterou que não levará para a Copa quem não estiver em boas condições físicas. E se Adriano continuar treinando só quando quer, corre o risco de perder o seu lugar na lista de convocados para o Mundial. (do Estadão)

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