Campo Grande - MS, segunda, 20 de agosto de 2018

Agenda verde pode levar discussões ambientais à campanha eleitoral

12 SET 2009Por 17h:03
     

Brasília

 

Se a entrada da senadora Marina Silva (PV-AC) na disputa sucessória provocou o efeito do "esverdeamento" da campanha, obrigando os principais partidos a dar atenção ao tema, também abriu simultaneamente outra discussão. Ao mesmo tempo em que candidatos e legendas passaram a pregar maior defesa do meio ambiente, não têm como excluir a influência, nas sucessões regionais, de madeireiras e de empresas de agropecuária, apontadas pelos ambientalistas como responsáveis pelo desmatamento.

 

Só que essas mesmas empresas são também as principais molas de desenvolvimento econômico em muitas cidades. E pregar contra suas operações pode representar suicídio político, especialmente nos municípios das regiões Norte e Centro-Oeste, onde as madeireiras e empresas do agronegócio têm forte presença.

Leia Também