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clima de ufc

Advogados pedem renúncia do presidente da OAB

24 FEV 14 - 00h:00DA REDAÇÃO

Depois da briga e quebra-quebra na sessão do Conselho Estadual da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/MS), aumenta a pressão para a renúncia do presidente Júlio César Souza Rodrigues e intervenção. A Ordem viveu, na sexta-feira (21), clima de UFC e virou caso policial com o advogado Carmelino Rezende prestando queixa na Delegacia de Polícia contra o advogado Carlos Magno, que lhe deu dois socos. Conforme matéria publicada na edição de hoje (24) do jornal Correio do Estado, até o principal aliado de Júlio César, o ex-presidente e conselheiro federal Leonardo Avelino Duarte, usou a sua página no Facebook para manifestar a indignação com a troca de socos, pontapés e cadeiradas na sessão do conselho e defender imediata intervenção na OAB/MS para acabar com a crise. Para Leonardo, a OAB/MS “está em seu fundo do poço”.

Para Leonardo, o fato de Júlio César contrariar a maioria do conselho, “quando deveria ser o seu servo maior, estando ou não o conselho certo” agravou a crise na instituição. “No colegiado, não é o presidente que tem que estar certo. O presidente não está lá para estar certo ou errado. Ele está lá para realizar a vontade do conselho, para fazer o que o conselho determinar”, observou o ex-presidente.

“E o conselho quis que o seu presidente renunciasse a um contrato nebuloso, por entender que este contrato prejudicava a imagem da OAB — eu mesmo assim lhe pedi, quase supliquei, quando o assunto veio à tona. Mas ele não renunciou”, lamentou Leonardo. “Com isso, comprometeu a sua administração e envergonhou a seu conselho, para o meu embaraço e de tantos outros que o apoiaram”, declarou. Para o ex-presidente, “os bate-bocas e as agressões são consequências disso, subprodutos desta história triste. Duas coisas a mais, apenas: a primeira é que não sou golpista. O escritório já me ocupa o suficiente. A segunda é que nada justifica uma agressão física, muito menos no ambiente formal de um conselho. Por isso, intervenção já! Não dá mais”, disse Leonardo por meio de sua página no Facebook. A reportagem é de Adilson Trindade.

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