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Advogado: Matsunaga pagou amante e não deixaria Elize

Advogado: Matsunaga pagou amante e não deixaria Elize
20/06/2012 20:00 - terra


O advogado Luiz Flávio D´Urso, que representa a família do executivo da Yoki Marcos Kitano Matsunaga, morto e esquartejado pela mulher, Elize, contradisse a versão apresentada pelo advogado da amante Natália (que não teve o sobrenome divulgado), de que o executivo já estava separado da esposa há mais de um ano e que estava prestes a se mudar para um apartamento com ela.

"Não há nenhum dado ou elemento que indique que isso tenha algum fundo de verdade. Tenho acompanhado toda a parte criminal e, evidentemente, dentro da própria investigação levantada, ele realmente saiu com essa moça, teve alguns encontros, mas não há nenhum dado que possa dar suporte a isso que ela (Natália) está falando", afirmou.

Segundo o advogado de Natália, Roberto Parentoni, Matsunaga e a mulher estavam prestes a se separar. O executivo teria dado R$ 27 mil para que a amante montasse um apartamento para o qual se mudariam. "Não tem nenhum dado que comprove que ele iria mobiliar apartamento, de que iria ficar com ela ou largar a esposa por causa dela, nada disso", rebateu D' Urso.

O advogado dos Matsunaga confirma que o executivo deu uma quantia em dinheiro e um veículo como presentes para a amante. "Inicialmente ele iria remunerá-la para que ela eventualmente saísse com ele. Mas isso não significa que ele iria deixar a esposa para permanecer com ela", afirmou.

Segundo o advogado de Natália, os dois se conheceram em uma feira de negócios, há mais de um ano. Ele afirma que na época sua cliente já não trabalhava mais como garota de programa. 

Felpuda


Nos bastidores poderosos, comentários são de que dois pretensos pré-candidatos estão deixando em polvorosa quem tinha quase certeza de que tudo estava em total “céu de brigadeiro”. Assim, enquanto ambos se movimentam aqui e acolá, o lado de lá está pensando no que fazer para evitar futuro confronto. Vale ressaltar que a dupla tem experiência que só no campo de guerra das eleições – e o desempenho não ficou a desejar.