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JORNADA

Adolescente quer ser mais jovem a caminhar até o Polo Sul

Adolescente quer ser mais jovem a caminhar até o Polo Sul
19/01/2014 16:15 - Terra


Um britânico de 16 anos estabeleceu um novo recorde ao se tornar a pessoa mais jovem a caminhar até o polo sul. Durante 48 dias, Lewis Clarke enfrentou temperaturas de -50ºC e ventos de até 193 km/h.

Ele chegou à Estação Polo Sul Amundsen-Scott às 16h (horário de Brasília) deste sábado, depois de completar a árdua caminhada de 1,2 mil km a partir da costa da Antártida.

Ele agora vai apresentar provas ao Guinness World Records para que sua jornada seja verificada. O jovem espera ter quebrado o recorde da canadense Sarah McNair Landry, que em 2005, com 18 anos, fez a mesma caminhada.

Em sua chegada, ele disse: "Estou muito feliz, mas principalmente aliviado que, pela primeira vez em 48 dias eu não tenho que me levantar amanhã e arrastar o meu trenó por nove horas na neve e enfrentar o vento gelado".

"Hoje foi muito difícil, quanto mais perto eu chegava do Polo mais lentamente eu andava, minhas pernas já não aguentavam mais. Mas agora eu estou aqui, já comi uma massa à bolonhesa, e estou sentado em uma tenda aquecida".

A jornada
No início do dia, quando seu filho ainda estava a cerca de 10 km do polo, o pai de Lewis, Steven, disse que o tempo no sábado era o "pior até então".

O desafio começou no dia 2 de dezembro de 2013, duas semanas após seu aniversário de 16 anos. Sua chegada significa o fim de uma expedição em que Lewis esquiou uma média de 8 horas por dia. Ele carregou seus suprimentos em um trenó que puxava com a ajuda de Carl Alvey, um experiente guia em expedições polares.

Problemas encontrados ao longo do caminho incluíram bolhas nos pés, tosses causadas por altitudes elevadas, e um esqui quebrado.

Lewis passou a noite no polo, e fará uma excursão à base de pesquisa polar Amundsen-Scott no domingo. Ele, então, pegará um avião de volta para o acampamento base Union Glacier, e estará de volta à Grã-Bretanha no dia 24 de janeiro. 

Felpuda


Engana-se quem acha que diminuiu a voracidade de ter fatia de cobiçado bolo por parte de “quem manda”. O recuo realmente houve, mas só por enquanto e por uma questão de estratégia, até porque, nas primeiras investidas, as portas não se abriram. E continuam fechadas. Mas quem conhece bem a dita figurinha aposta que ela não desistirá até encontrar, digamos,  um “chaveiro amigo”. Essa gente não sossega nem diante da pandemia... Afe!