CIDADES

Acusados de chacina em Dourados condenados a mais de 120 anos

Acusados de chacina em Dourados condenados a mais de 120 anos
01/08/2010 21:25 -


Fábio Dorta, Dourados

O Tribunal do Júri condenou a mais de 120 anos de reclusão dois dos três autores de uma chacina ocorrida no mês de outubro de 2006, no Bairro Jardim Santa Brígida, em Dourados, quando três pessoas morreram e duas ficaram feridas. Um dos criminosos condenados está foragido. O julgamento durou 12 horas.
Foram julgados e condenados José Gomes de Barros, 24 anos, que compareceu ao julgamento e pegou 63 anos de reclusão, e Alessandro Francisco dos Santos, 22 anos, que está foragido. Outro acusado pelo crime era Márcio Pereira Luna, que foi assassinado no último dia 20 de março, com três tiros na cabeça.
A chacina que resultou na condenação de José Gomes e Alessandro aconteceu por volta das 22h50min do dia 10 de outubro de 2006. Um grupo de jovens estava conversando em frente a uma residência na Rua João Paulo Garcete quando José, Alessandro e Mílton chegaram ao local e houve um tiroteio.
Foram mortos o dono da casa, Gilmar dos Santos Pinheiro, e dois amigos dele, João Paulo de Lima Tibúrcio e Jovane Luiz Ferreira. Ainda ficaram feridos, mas conseguiram escapar com vida, Cláudio de Oliveira Pereira e Rafael de Souza Silva. O crime foi motivado por uma briga entre grupos rivais.
O julgamento foi presidido pelo juiz Rodrigo Barbosa Sanches e os jurados acataram por unanimidade as teses da acusação, que foram sustentadas pelo promotor de justiça Élcio Celes Tangel. Atuaram na defesa dos réus os defensores públicos Ligiane Cristina Motoki e Florisvaldo Souza Silva.
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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".