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CRIME

Acusado do assassinato de João Morel deve ir a julgamento hoje

Acusado do assassinato de João Morel deve ir a julgamento hoje
26/01/2010 08:03 - NADYENKA CASTRO


Começa às 8 horas de hoje, no fórum de Campo Grande, o julgamento de Marcos Rogério de Lima, conhecido como Rogerinho. Ele é um dos envolvidos no assassinato do traficante João Morel, que teve como mandante Luís Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar. A sessão será presidida pelo juiz Carlos Alberto Garcete, da 1ª Vara do Tribunal do Júri. A segurança no fórum estará reforçada com a presença de mais policiais. O número não foi informado. O júri popular de Lima estava inicialmente marcado para 19 de novembro do ano passado, mas foi adiado porque não havia quantidade de jurados suficiente, conforme previsto em lei. No mesmo dia seria julgado outro acusado pela morte de João Morel, Mauro Sérgio de Oliveira, o Maurinho. O processo que tinha os dois como corréus foi desmembrado e com isso, o julgamento de Odair ficou para 9 de fevereiro deste ano. Outros dois envolvidos no assassinato já foram a júri popular: Odair Moreira da Silva e Beira-Mar. Silva foi condenado em abril de 2004 a 16 anos de prisão e Beira-Mar, em novembro do ano passado, a 15 anos. O crime Morel foi morto com golpes de faca artesanal na cela número 38 do Pavilhão I do Estabelecimento Penal de Segurança Máxima de Campo Grande, no dia 21 de janeiro de 2001. Ele e a família eram tidos como lideranças do tráfico de drogas em Coronel Sapucaia, fronteira com o Paraguai. Beira-Mar também estaria atuando no crime na região e a disputa pelo comando teria motivado o assassinato. Conforme o processo, para matar João Morel, o mandante contratou as pessoas conhecidas como Francês, Charles e Trinta e Sete. Os três acionaram Lima, Oliveira e Silva, que eliminaram a vítima. João Morel foi dominado e ferido com vários golpes de faca artesanal. Lima teria ficado de sentinela na porta da cela para evitar que o crime fosse interrompido. Beira-Mar está preso na Penitenciária Federal de Campo Grande. Lima e Oliveira ainda são internos do mesmo presídio onde aconteceu o crime.

Felpuda


Malfeitos que teriam sido praticados em tempos não tão remotos podem ser a pedra no caminho de pré-candidatura que está sendo costurada. As conversas ainda estão nas “ondas da rádio-peão”, mas, com a proximidade da campanha eleitoral, há quem diga que isso se tornará uma tremenda dor de cabeça para quem vai enfrentar as urnas. Pior:  o dito não seria culpado direto, mas sim a sua...  Bem, deixa rolar para ver onde vai parar.