PRISÃO

Acusado de mandar executar casal chega; carro estaria em Bela Vista

Acusado de mandar executar casal chega; carro estaria em Bela Vista
06/07/2012 17:20 - HORA DA NOTÍCIA


Uma equipe de policiais do Garras (Grupo Armado de Repressão e Resgate a Assaltos e Sequestros) deixou Costa Rica às13h30min com destino a Campo Grande, onde chegou há pouco, escoltando Gleisson Barros da Silva, 27 anos, o Paraná ou Blade. 

Ele é acusado de ordenar a execução, em Campo Grande, do casal Luzia Barbosa Damasceno, 25 anos, e Alberto Raghiante Júnior, 55 anos. O crime ocorreu na última terça-feira (03).

Gleisson foi preso em Costa Rica em 2008 acusado de tráfico de drogas, em outra oportunidade foi preso também em Chapadão do Sul. O acusado e natural da cidade de Araguaína/TO.

O Hora da Notícia apurou que o veículo roubado do empresário foi encontrado em um local distante cerca de 120 KM da cidade de Bela Vista, divisa com o Paraguai. Outra informação é que a ordem para praticar o assalto foi dada por um preso que está recolhido no presídio de Campo Grande.

O outro foragido, Sidney Portilho da Silva, o “Pitão” se apresentou a polícia, na Capital, na tarde de hoje (06) em companhia de um advogado.

Prisão

O acusado, Gleisson foi preso pelo delegado titular de Costa Rica, Cleverson Alves dos Santos e sua equipe na cidade de Chapadão do Sul nesta quinta-feira (05), no final da tarde no bairro P-8.

O delegado informou ao Hora da Notícia que o acusado nega a participação no crime. De acordo com Neidinaldo Nascimento da Silva, 20 anos, preso em Campo Grande foi Gleisson quem ordenou a execução do casal.
 

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".