JARDIM CANGURU

Acusado de decapitar idosa vai a julgamento hoje

Acusado de decapitar idosa vai a julgamento hoje
14/08/2012 00:00 - DA REDAÇÃO


Rodrigo Dourado Pinto vai a julgamento hoje (14), às 08h, pela 1ª Vara do Tribunal do Júri, acusado da morte de Noely Soares de Oliveira, de 71 anos, ocorrida na madrugada do dia 13 de maio de 2010 no bairro Canguru, em Campo Grande.

Consta na denúncia que o réu atingiu a vítima com uma panela de pressão e golpes com um punhal, provocando ferimentos que foram a causa de sua morte. Ele teria furtado uma televisão, um aparelho de DVD, um ventilador e uma bicicleta da vítima e ateado fogo na casa. 

Ainda segundo a denúncia, no dia do crime, o réu e F. A. G. estavam em um bar e foram para casa, momento em que Rodrigo atirou pedras em direção à residência da vítima que ficava em frente a sua casa. A vítima chamou o réu para o interior de sua residência perguntando se ele havia atirado as pedras, foi então que ele pegou uma panela de pressão e atingiu a vítima, tendo F. A. G. presenciado todo o ocorrido.

Logo após, Rodrigo foi até sua casa, pegou um punhal e retornou à residência da vítima com o intuito de terminar de matá-la. Assim, ele desferiu golpes nas costas da vítima, cortou a cabeça dela e pendurou em um fio na cozinha. Após subtrair os bens da vítima, ele ateou fogo na residência com o intuito de destruir as provas e o cadáver. Tudo conforme narra a denúncia.

Ele foi pronunciado pelos crimes de homicídio qualificado por meio cruel, com recurso que dificultou a defesa da vítima, furto qualificado e destruição de cadáver. 

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".