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ECONOMIA

Aceleração de preços começa a ser sentida

Aceleração de preços começa a ser sentida
24/01/2010 06:40 -


A aceleração dos preços dos insumos industriais começa, aos poucos, ser captada pelo índice que mede a inflação no atacado. Os preços médios dos materiais para manufatura no atacado subiram 0,65% entre os dias 11 de dezembro e 10 deste mês, depois de terem registrado deflação de 0,41% no período imediatamente anterior, segundo o Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Segundo o coordenador de Análises Econômicas da FGV, Salomão Quadros, boa parte dessa aceleração ocorre pela alta de preços dos metais não ferrosos, com destaque para o alumínio que passou de uma deflação de 4,26% em dezembro para alta de 12,74% este mês. Os preços de fios e cabos de cobre tiveram trajetória idêntica: registraram deflação de 3,20% em dezembro e subiram 5,53% este mês. Já no caso das resinas plásticas e do aço, o IGP-10 ainda não captou os aumentos que estão em curso. De acordo com Quadros, os preços das resinas ainda estão em queda, mas com variação menos negativa, passando de -4,67% em dezembro para -0,95% este mês. Na siderurgia, a variação de preços em dezembro havia sido de 0,04% e teve retração 0,42% em janeiro. Quadros ressalta que os dados captados pelo IPA- 10 cobrem o período muito curto de janeiro (10 dias). Ele pondera que ainda é prematuro achar que as pressões de custos vão virar em aumentos de preços. (MC)

Felpuda


Alguns políticos estão se aproveitando deste momento preocupante de pandemia para sugerir projetos oportunistas que, em alguns casos, são de resultados extremamente duvidosos. O mais interessante – para não dizer outra coisa – é que se for analisado o desempenho normal dessas figuras, verifica-se que essa preocupação toda nunca esteve no topo das suas prioridades. Ano eleitoral é assim mesmo. Lamentável!