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CIDADES

Acadêmicos protestam contra preços cobrados em restaurante da UFMS

Acadêmicos protestam contra preços cobrados em restaurante da UFMS
15/09/2010 13:55 -


anahi zurutuza

Debaixo de chuva, estudantes da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) realizaram ontem, em Campo Grande, protesto contra o valor cobrado pelas refeições oferecidas pelo Restaurante Universitário (RU). Com panelas e apitos, acadêmicos fizeram “barulho” em frente à reitoria da instituição e entregaram uma carta contendo os pedidos da categoria.
Segundo estudantes, o restaurante, que era mantido com recursos da universidade, hoje, é administrado por uma empresa privada que, por meio de licitação, conquistou o direito de explorar o serviço. A refeição, no local, custa de R$ 6 a R$ 8. “Desde 1998, a universidade não subsidia mais as refeições para os universitários. A instituição recebe dinheiro do Plano Nacional de Assistência Estudantil (Pnaes) para subsidiar tanto a parte de alimentação, quanto o transporte e moradia dos alunos. Cadê o dinheiro?”, questiona o acadêmico do segundo ano de Jornalismo da UFMS e coordenador do Centro Acadêmico de Comunicação Social da universidade, Rafael de Abreu.
Os estudantes defendem que a UFMS custeie parte do valor cobrado pela empresa responsável pelas refeições do restaurante, para que os acadêmicos paguem R$ 1 pelo prato feito do RU.

Outro lado
A UFMS confirmou, por meio da assessoria de imprensa, que não mantém mais o Restaurante Universitário desde 1998. A universidade recebe R$ 1,6 milhão anualmente para gastos com alimentação. Em 2008, ficou definido que a verba seria usada para custear benefícios para ajudar os estudantes carentes.

Felpuda


Engana-se quem acha que diminuiu a voracidade de ter fatia de cobiçado bolo por parte de “quem manda”. O recuo realmente houve, mas só por enquanto e por uma questão de estratégia, até porque, nas primeiras investidas, as portas não se abriram. E continuam fechadas. Mas quem conhece bem a dita figurinha aposta que ela não desistirá até encontrar, digamos,  um “chaveiro amigo”. Essa gente não sossega nem diante da pandemia... Afe!