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Helicóptero militar tem falha mecânica e faz pouso de emergência na Base

Helicóptero militar tem falha mecânica e faz pouso de emergência na Base

GABRIEL MAYMONE

28/05/2014 - 16h30
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Um helicóptero ocupado por cinco militares teria tido uma falha mecânica, durante um treinamento de rotina, e precisou fazer um pouso de emergência, na tarde desta quarta-feira (28), na base aérea de Campo Grande. 

Segundo testemunhas, quando o helicóptero estava a cerca de dez metros do chão ele começou a rodar e caiu. Ele ficou na grama ao lado da pista auxiliar, que liga os hangares da base, ao lado da pista de decolagem.

Um carro contra incêndio da Infraero foi acionado. Só houve a movimentação de militares. Nenhum voo do aeroporto foi comprometido.

Segundo a assessoria do Corpo de Bombeiros, a corporação não foi acionada.

Precariedade

Sem energia, escola registra desmaio de aluna e MPMS vai à Justiça

Falta de ligação de transformador deixou estudantes sem ar-condicionado por quase dois meses; casos de desmaios, tonturas e dores de cabeça motivaram ação do Ministério Público

19/05/2026 17h12

Divulgação

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O Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Bela Vista, ingressou com uma ação civil pública contra a Energisa, concessionária responsável pelo fornecimento de energia elétrica no Estado, após falhas no atendimento a uma escola estadual do município.

Segundo o órgão, a demora para a ligação de um novo transformador provocou uma crise estrutural na unidade de ensino, expondo alunos, professores e servidores a condições extremas de calor e comprometendo o funcionamento das atividades escolares.

De acordo com o Promotor de Justiça substituto Gabriel Machado de Paula Lima, a investigação teve início em março de 2026, após denúncia apresentada pela Associação de Pais e Mestres (APM) da escola.

Conforme os autos, a unidade passava por obras de ampliação quando, em 9 de março, sofreu uma sobrecarga elétrica seguida de curto-circuito, ocasionando a queima do disjuntor-geral.

Após reparos emergenciais, a direção da escola foi orientada a manter todos os aparelhos de ar-condicionado desligados para evitar risco de incêndio na rede elétrica da instituição.

A Secretaria de Estado de Educação (SED) chegou a providenciar a instalação de um transformador compatível com a nova demanda energética da escola, porém a ativação do equipamento dependia exclusivamente da concessionária de energia.

Segundo o Ministério Público, mesmo após diversos acionamentos e pedidos formais, a empresa demorou semanas para realizar a ligação do transformador, deixando a comunidade escolar submetida ao calor intenso típico da região de fronteira.

Riscos à saúde

Durante diligências e vistorias realizadas pelo MPMS na unidade escolar, foram constatadas salas lotadas, com até 40 alunos, funcionando apenas com ventiladores em meio às altas temperaturas.

Relatórios encaminhados pela direção da escola ao Ministério Público apontaram uma sequência de episódios de mal-estar entre os estudantes.

No dia 11 de março de 2026, uma aluna do 1º ano desmaiou nos corredores após passar mal devido ao calor excessivo em sala de aula, sendo socorrida às pressas. Já em 12 de março, outros dois estudantes apresentaram fortes tonturas e dores de cabeça, e um deles precisou ser liberado das atividades escolares.

Ainda conforme os registros oficiais, nos dias 23, 26 e 30 de março, novos alunos procuraram a coordenação pedagógica relatando dores de cabeça intensas e indisposição provocadas pelo abafamento térmico dentro das salas.

Na ação judicial, o promotor destacou que a falta de fornecimento adequado de energia comprometeu diretamente o rendimento escolar e colocou em risco a integridade física de crianças, adolescentes e trabalhadores da unidade.

“A falta de fornecimento pleno de energia prejudicou sobremaneira o rendimento escolar dos alunos e colocou em risco a integridade física de crianças, adolescentes e trabalhadores”, destacou o MPMS na ação.

Falhas no atendimento

Além dos problemas na escola, o Ministério Público também realizou inspeção na sala de atendimento presencial da concessionária em Bela Vista e identificou precariedade na estrutura oferecida aos consumidores.

Outro ponto levantado na ação é que o chamado referente à escola estadual teria permanecido semanas sem abertura formal no sistema da empresa. Conforme o MPMS, a justificativa apresentada pela concessionária foi de que a unidade consumidora não havia sido localizada no cadastro.

Diante da situação, o Ministério Público pediu à Justiça a condenação da empresa ao pagamento de indenização por danos morais coletivos, além da reparação dos danos individuais sofridos por alunos, professores e servidores afetados pela falta de energia elétrica na escola.

A equipe de reportagem do Correio do Estado entrou em contato com a Energisa solicitando um posicionamento da empresa. No entanto, até o fechamento desta matéria, não obteve retorno.

Justiça

OAB-MS recebe nove inscrições para vaga de desembargador no TJMS

Advogado escolhido no processo substituirá Ary Raghiant, que deixou o cargo em abril último

19/05/2026 16h45

Dadinho Cury, Ana Carolina Ali e José Roberto da Rosa

Dadinho Cury, Ana Carolina Ali e José Roberto da Rosa Foto: Montagem / Correio do Estado

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A vaga deixada de desembargador pelo Quinto Constitucional no Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul deixada em março por Ary Raghiant tem nove advogados na disputa. O edital com os nomes dos inscritos foi publicado nesta terça-feira (19) pela Seccional Mato Grosso do Sul da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MS).

O Conselho Seccional da OAB-MS irá se reunir no próximo dia 29 de maio para escolher a lista sêxtupla que será enviada ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. A lista deve obedecer aos critérios de paridade de gênero, e deve ter três homens e três mulheres.

De posse da lista sêxtupla, o TJMS irá definir uma lista tríplice. Neste processo não há obrigatoriedade de paridade de gênero. A lista tríplice será enviada ao governador Eduardo Riedel (PP), que fará a escolha. 
Entre os nove inscritos para a vaga de desembargador no Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul há quatro mulheres e cinco homens. Uma advogada, Eny Costa de Almeida de Paula Ribeiro tentou se inscrever para a disputa, mas teve sua inscrição indeferida.

Estão concorrendo à vaga de desembargador no Tribunal de Justiça de MS a procuradora do Estado Ana Carolina Ali Garcia, que entre os advogados que compõe o conselho, e também no meio político, é apontada como favorita. 

A lista é composta por: 

Mulheres: 
- Ana Carolina Ali Garcia
- Maristela Fernandes Del Picchia 
- Regina Iara Ayub Bezerra
- Silmara Salamaia Gonçalves

Homens: 

- Augusto Cesar Guerra Vieira
- Ewerton Araújo de Britto
- José Eduardo Chemin Cury
- Mario Augusto Garcia Azuaga
- José Roberto da Rosa  

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