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LIGA DOS CAMPÕES

Treinador do Lyon diz que não tem plano especial para parar Cristiano Ronaldo

Equipes francesa e italiana se enfrentam nesta quarta-feira
25/02/2020 14:03 - Estadão Conteúdo


 

Como era de se esperar, Cristiano Ronaldo foi um dos principais assuntos da entrevista coletiva concedida pelo técnico do Lyon, Rudi Garcia, na véspera do confronto com a Juventus, nesta quarta-feira, pela rodada de ida das oitavas de final da Liga dos Campeões da Europa. E, apesar de se dizer um admirador do astro português, o treinador garantiu que seu time não fará uma marcação especial no atacante.

Segundo Garcia, a Juventus tem um elenco muito forte, cheio de jogadores de alto nível, e seria pouco inteligente concentrar os esforços defensivos em apenas um adversário, por melhor que ele seja.

“Não temos um plano anti-Cristiano Ronaldo. Se tivéssemos, teríamos de contar também com um plano anti-Dybala ou anti-Higuaín”, disse Garcia. “A Juventus tem uma grande quantidade de jogadores muito fortes, não podemos abordar os problemas de forma individual. Teremos de resolvê-los coletivamente.”

De qualquer maneira, Rudi Garcia fez questão de dizer que Cristiano Ronaldo é um jogador muito acima da média e que se sente honrado pela oportunidade de enfrentá-lo no mata-mata da Liga dos Campeões.

“Evidentemente, ele é um dos melhores do mundo. É estupendo jogar contra ele, mas vamos tentar fazer com que nos faça menos danos do que a outras equipes.”

A Juventus é de uma das regiões da Itália mais afetadas pela epidemia do coronavírus e, por isso, ainda não há a certeza de que os torcedores do clube poderão ir à França para ver a partida. Garcia, porém, evitou o assunto porque não quer que seus jogadores percam a concentração na partida desta quarta.

“Estou focado no campo. Há especialistas para falar desse assunto grave no clube e, sobretudo, fora do clube. Veremos se os torcedores da Juventus poderão vir ou não a Lyon, mas estamos concentrados na preparação para o jogo”, disse o treinador.

Felpuda


Malfeitos que teriam sido praticados em tempos não tão remotos podem ser a pedra no caminho de pré-candidatura que está sendo costurada. As conversas ainda estão nas “ondas da rádio-peão”, mas, com a proximidade da campanha eleitoral, há quem diga que isso se tornará uma tremenda dor de cabeça para quem vai enfrentar as urnas. Pior:  o dito não seria culpado direto, mas sim a sua...  Bem, deixa rolar para ver onde vai parar.