GP CANADÁ

'Tive sorte de não bater no muro', diz Vettel sobre punição sofrida

'Tive sorte de não bater no muro', diz Vettel sobre punição sofrida
10/06/2019 05:00 -


Um contrariado Sebastian Vettel roubou a cena, neste domingo, após a vitória do britânico Lewis Hamilton no GP do Canadá de Fórmula 1. O piloto da Ferrari demorou a se conformar com a decisão da comissão de prova, que resolveu puni-lo com a perda de cinco segundos na corrida após manobra considerada direção perigosa diante do rival. 

A penalidade fez com que o alemão, mesmo cruzando a linha de chegada em primeiro, perdesse o lugar mais alto do pódio para o britânico da Mercedes, que manteve a liderança folgada no Mundial de Pilotos, agora com 162 pontos, seguido pelo companheiro de escuderia, o finlandês Valtteri Bottas, com 133. Vettel vem em seguida, em terceiro lugar na classificação, com 100.

O momento decisivo aconteceu na 48.ª volta, quando Hamilton perseguia Vettel e os dois pilotos quase se tocaram devido a erro do alemão, que saiu da pista na chicane em direção ao gramado e retornou fechando a passagem do adversário, segundo os responsáveis pela investigação. 

"Não, não, assim não", lamentou o alemão junto à equipe, via rádio, ao final da prova deste domingo. "Tem que ser cego para achar que é possível ir ao gramado e controlar aonde vai. Tive sorte de não bater no muro", prosseguiu ele, para em seguida afirmar que a decisão era "injusta".

Terminada a corrida, o piloto da Ferrari, se recusou a levar seu carro ao local indicado pela direção da prova e não concedeu a tradicional entrevista que ocorre sempre logo após a prova, se dirigindo diretamente aos boxes da escuderia italiana. Convencido a participar da premiação, retornou à área do pódio e mexeu na placa que estava em frente ao carro de Hamilton com a inscrição de primeiro lugar, trocando-a pela de segundo. O inglês, sem se abalar com as vaias advindas de parte da torcida, em resposta, chamou o rival para dividir o lugar mais alto do pódio.

"Tudo o que posso dizer é que não decidi nada, então não sei por que estou sendo vaiado", declarou Hamilton, que já havia afirmado que não estava feliz por ganhar daquela forma e tentou fazer de tudo para cruzar a linha de chegada em primeiro.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".