JUDÔ

Sub-18, Alexia Nascimento fatura prata na Taça Brasil sub-21

Judoca sul-mato-grossense garantiu medalha no peso ligeiro
13/05/2019 16:33 - JONES MÁRIO


 

A judoca Alexia Vitoria Nascimento foi a única sul-mato-grossense a subir no pódio pelo Campeonato Brasileiro Interclubes - Taça Brasil sub-21, disputado nos últimos sábado (11) e domingo (12), em Belo Horizonte (MG).

Destaque da classe sub-18, a atleta do Judô Futuro garantiu a medalha de prata no peso ligeiro (até 48 kg). O ouro ficou com Amanda Lima, do Minas Tênis Clube, que lutava em casa.

Pela seleção brasileira sub-18, Alexia Nascimento já havia conquistado duas medalhas internacionais este ano, na Alemanha - uma prata na Copa International Thuringia, em março, e um bronze na etapa de Berlim da Copa Europeia Juvenil, em abril.

Além da medalhista, Mato Grosso do Sul foi representado por outros seis judocas em Minas Geirais. Foram eles: Gian Carlos Coutinho/Judô Futuro - ligeiro (até 60 kg); Ivan Rodrigo Lhopis/Judô Futuro - leve (até 73 kg); Giovane Alexandre Cano/Associação Cano de Judô - meio-médio (até 81 kg); Agson Tiago Lima/Judô Futuro - meio-pesado (até 100 kg); Aline Cristina Neves/Judô Futuro - meio-leve (até 52 kg); e Bruna Yule Proença/Judô Futuro - médio (até 70 kg).

O Esporte Clube Pinheiros (SP) ficou com o primeiro lugar geral da Taça Brasil sub-21, com três ouros e cinco bronzes. O Instituto Reação (RJ) ficou na segunda colocação, com dois ouros, duas pratas e quatro bronzes, seguido pelo Minas Tênis Clube (dois ouros e duas pratas).

A competição somou pontos para o ranking nacional, que definirá a seleção brasileira no Campeonato Pan-Americano júnior de Cali, na Colômbia, em julho. Os líderes de cada categoria formarão a equipe para a disputa continental.

Segundo a Confederação Brasileira de Judô (CBJ), a disputa reuniu pelo menos 360 atletas de 89 clubes brasileiros na Arena Minas Tênis Clube.
 

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".