ESTREIA

Seleção vai usar camisa branca no jogo de abertura da Copa América

Uniforme homenageia os 100 anos da primeira conquista continental
14/06/2019 15:07 - AGÊNCIA BRASIL


 

Os jogadores da seleção brasileira entrarão de uniforme com a camisa branca na partida de abertura da Copa América contra a Bolívia, nesta sexta-feira (14), às 21h30, no Estádio do Morumbi, em São Paulo. A novidade é para homenagear o centenário da conquista do primeiro título Sul-Americano de 1919, evento internacional organizado pelo Brasil. Na estreia da competição, os brasileiros venceram a seleção do Chile por 6 a 0. No jogo final, a seleção derrotou os uruguaios por 1 a 0, na segunda prorrogação, com gol de Arthur Friedenreich.

O Brasil tem um desfalque confirmado. O meia Arthur começará no banco de reservas. Ele ainda se recupera de uma pancada no joelho em uma disputa de bola com o defensor Quioto, no amistoso contra Honduras, em Porto Alegre. Durante entrevista nesta quinta-feira, o treinador Tite confirmou o ataque brasileiro com Roberto Firmino.

Campeão da Copa América em 2007, o lateral-direito Daniel Alves é o jogador mais experiente da seleção. Ele será o capitão do time na competição. Para o lateral, a estreia é um momento muito aguardado pelos jogadores.

“É um momento esperado por todos nós, todos esses dias trabalhando muito bem para esse momento. Estamos preparados para estrear, fazer uma grande apresentação e voltar a conectar com o nosso povo. Agora é para valer, é trazer tudo que a gente trabalhou para esse grande momento”, disse.

O jogo contra a Bolívia é a primeira partida oficial do Brasil desde a Copa do Mundo da Rússia, em 2018. Na Copa América, as duas seleções se enfrentaram dez vezes, com oito vitórias brasileiras e duas derrotas. O time marcou 40 gols marcados e sofreu 13 dos bolivianos. O último jogo foi na decisão da Copa América de 1997, em La Paz, quando o Brasil venceu a Bolívia por 3 a 1.

*Com informações da CBF

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".