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SÉRIE D

No Morenão, Comercial põe defesa <br>à prova contra o Ceilândia-DF

Equipe de Campo Grande recebe time candango neste domingo, às 15h
08/07/2017 16:31 - JONES MÁRIO


 

O Comercial recebe o Ceilândia-DF neste domingo (9), às 15h, no Morenão, em duelo de ida válido pela segunda fase do Campeonato Brasileiro Série D. Não sofrer gols em casa pode ser o caminho para encaminhar a vaga nas oitavas de final, e, para isso, a equipe de Campo Grande vai precisar arrumar sua defesa - pior entre os 32 times classificados.

Os comandados do técnico Valter Ferreira foram vazados 9 vezes durante a primeira fase. Dos clubes que avançaram, apenas o Jacobina-BA sofreu tantos gols quanto o Colorado, também 9.

Conforme prevê o regulamento da Série D nacional, o gol marcado fora de casa é critério de desempate em caso de igualdade de pontos e saldo de gols após ida e volta no mata-mata.

As últimas duas partidas no Morenão também não trazem segurança ao torcedor - o Comercial sofreu seis gols e perdeu os dois confrontos, contra Ceilândia (1 x 3) e Anápolis-GO (2 x 3). A única vitória como mandante foi na estreia, por 2 a 0, sobre o Sinop-MT.

Quem passar do duelo entre sul-mato-grossenses e candangos encara o vencedor de Aparecidense-GO x América-RN, que se enfrentam neste sábado, em Aparecida de Goiânia (GO), pelo jogo de ida. Em oito edições de quarta divisão já disputadas, nenhuma equipe do Estado conseguiu avançar às oitavas de final.

INGRESSOS

As entradas para a partida podem ser compradas de forma antecipada na Supritec (Rua 13 de maio, 856) e na Padaria Dico (Av. Mato Grosso, 3.463). Os bilhetes para arquibancada custam R$ 10, enquanto para cadeira o preço é de R$ 20. Estudantes e idosos pagam meia.

O jogo de volta entre Comercial e Ceilândia está marcado para sábado, dia 15 de julho, às 14h30min, no Estádio Abadião.

Felpuda


Sindicalista defende o fim de mordomias e privilégios dos políticos e dos integrantes de outros Poderes, conforme divulgação feita por sua assessoria. Para ele, está na hora de se colocar um basta nessa situação, questionando, inclusive, o número de parlamentares e de assessores. Entretanto, não demonstra a mesma aversão por aqueles dirigentes de sindicatos que se perpetuam no poder e que comandam mais de uma entidade, assim como ele. Afinal, o exemplo deve vir de casa, né?