BASQUETE

Jogador que atua pela Espanha rasga bandeira sérvia

Torcedores sérvios penduraram uma bandeira de seu país e ele rasgou
09/09/2015 16:02 - GAZETA ESPORTIVA


 

A derrota da Espanha para a Itália, por 105 a 98, pela terceira rodada do Grupo B do Europeu de basquete, fez o montenegrino naturalizado espanhol Nikola Mirotic sair de quadra com a cabeça quente, na última terça-feira. Torcedores sérvios penduraram uma bandeira de seu país na entrada do túnel que leva aos vestiários, local em que a imprensa se coloca para as entrevistas na zona mista. O jogador, então, reagiu com raiva, apanhou o objeto e o rasgou com as mãos.

Montenegro declarou sua independência da Sérvia no dia 3 de junho de 2006 após um referendo realizado no ano anterior. Antes disso, no entanto, as relações entre os dois povos era conflituosa, o que pode explicar o ato agressivo de Mirotic.

O jogador que defende a Espanha e o Chicago Bulls publicou em sua conta no Twitter mensagens de desculpas e explicações. A Federação da Sérvia, por sua vez, emitiu comunicado na manhã desta quarta-feira condenando o gesto do montenegrino com nacionalidade espanhola.

“Rasgar qualquer bandeira é um ato inaceitável, seja quem for o autor e seja qual fora a situação”, disse o comunicado, que amenizou a polêmica em seguida. “Analisando o vídeo, temos a impressão de que Mirotic não pôde ver que se tratava da bandeira sérvia e que realmente não era consciente do que havia feito naquele momento. Suas desculpas dão a impressão de serem sinceras”.

A Espanha de Nikola Mirotic ocupa a quarta colocação do Grupo B, com duas derrotas e apenas uma vitória. A equipe de Pau Gasol e companhia volta à quadra nesta quarta, às 16 horas (de Brasília), para enfrentar a Islândia. Os quatro melhores de cada chave avançam à segunda fase da competição.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".