FUTEBOL INTERNACIONAL

Empresário movimenta R$ 1,6 bilhão em transações na Europa

O português Jorge Mendes fechou uma série de bons negócios
02/09/2015 16:46 - GAZETA ESPORTIVA


 

O maior beneficiado da última janela de transferências do futebol europeu não é nenhum clube ou jogador, mas um empresário. Segundo calcula a imprensa portuguesa, o português Jorge Mendes fechou uma série de bons negócios. Na soma de todas as transações dos jogadores que agencia, ele movimentou cerca de 400 milhões de euros (mais de R$ 1,6 bilhão).

O agente teve parte em conversas que levaram Anthony Martial ao Manchester United, além da negociação que culminou no acerto de Di María com o PSG e da compra de Otamendi pelo Manchester City. Ele ainda esteve envolvido nas vendas de Jackson Martínez para o Atlético de Madri e de Arda Turan para o Barcelona.

Entre as negociações de maior peso ainda aparecem outras mais modestas, como o acerto de Abdennour com o Valencia ou a compra de Raul Jiménez por parte do Benfica. Com ampla rede de contatos pela Europa, Jorge Mendes ainda tem duas joias sob seus serviços: os brasileiros Fabinho e Wallace, que jogam pelo Monaco mas pertencem a times portugueses.

A quantia levantada pelo empresário poderia ser ainda maior caso Real Madrid e Manchester United não tivessem batido cabeça na transação de De Gea. O time inglês cobrava 40 milhões de euros (em torno de R$ 163 mi) mais Keylor Navas, mas os últimos detalhes demoraram tanto a ser definidos que os documentos não cumpriram o prazo-limite.

Confira algumas das transações agenciadas por Jorge Mendes neste janela:

Ángel Di María, do Manchester United ao PSG por R$ 240 milhões
Antonhy Martial, do Monaco para o Manchester United por R$ 202 milhões
Nicolás Otamendi, do Valencia ao Manchester City por R$ R$ 185
Jackson Martínez, do Porto ao Atlético de Madri por R$ 120 milhões
Abdennour, do Monaco ao Valencia por R$ 105 milhões

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".