COPA DO MUNDO FEMININA

Em jogo morno, China bate a África do Sul por 1 a 0

Jogo foi grupo B do Mundial
13/06/2019 18:29 - AGÊNCIA BRASIL


 

O Estádio Parc de Princes, em Paris, foi o palco do segundo jogo do dia pela Copa do Mundo de Futebol Feminino, entre África do Sul e China. A partida, válida pelo grupo B, teve um baixo nível técnico e não ofereceu muitas emoções aos torcedores.

No primeiro tempo, o lance de maior emoção aconteceu apenas aos 40 minutos, quando a camisa 10 - Li Ying aproveitou bola levantada por Zhang para finalizar de primeira e colocar a China em vantagem.

No segundo tempo o panorama foi muito parecido. As duas equipes continuaram concentrando as ações no meio de campo e tendo dificuldades de criar chances claras de gol.

A melhor oportunidade de marcar na etapa final foi da China. Aos 40 minutos Han aproveitou cobrança de escanteio para finalizar com perigo de cabeça. Mas a goleira Swart fez boa defesa para evitar o gol.

No final o jogo foi bom apenas para as jogadoras chinesas, que somaram 3 importantes pontos que permitem que continuem sonhando com uma classificação para a próxima fase do Mundial.

Na terceira e última rodada, a China enfrenta a Espanha, enquanto a África do Sul terá pela frente a poderosa Alemanha.

Ficha técnica:
Quinta, 13 de junho de 2019
ÁFRICA DO SUL 0 x 1 CHINA
Competição: Mundial Feminino (2ª rodada – Grupo B)
Local: Paris, França
Juíza: Katalin Kulcsar (Hungria)
África do Sul: Swart; Ramalepe, Van Wyk, Matlou e Holweni (Smeda); Kgatlana, Biyana, Jane (Mothalo), Makhabane e Mbane; Fulutudilu (Jermaine). T: Desiree Elis.
China: Peng; Lin, Han, Wu, Liu e Wang Yan (Yang); Zhang, Wang Shuang e Gu (Lou); Wang Shanshan e Li Ying (Yao). T: Jia Xiuquan.
Gols: No 1º tempo: Li Ying (40).

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".