NATAÇÃO

Em dia de 3 medalhas para o Brasil, Fratus é ouro nos 50m livre em Canet

Equipe brasileira se destacou na etapa do Mare Nostrum
11/06/2019 18:28 - ESTADÃO CONTEÚDO


 

A natação brasileira se destacou nesta terça-feira na etapa de Canet do Mare Nostrum. Os representantes do País faturaram três medalhas, sendo uma de ouro, uma de prata e uma de bronze, com destaque para Bruno Fratus, campeão na disputa dos 50 metros livre. 

Com um recorde para o evento em Canet, Fratus venceu a disputa em 21s64. Assim, deixou para trás o britânico Benjamin Proud, segundo colocado com 21s69, e o grego Kristian Gkolomeev, o terceiro melhor, com 21s98.

A prata para o Brasil foi conquistada por Fernando Schefer, que cravou 1min47s99 para faturar a segunda posição nos 200m livre. Ele ficou a 0s6 do britânico Tom Dean, que assegurou o ouro. E o pódio foi completado por outro nadador britânico, Duncan Scott, terceiro colocado com 1min48s02. João de Lucca foi o quarto colocado, com 1min48s27, e Luiz Altamir Melo, o oitavo, em 1min49s18. 

Nos 100m borboleta, Vinícius Lanza faturou a medalha de bronze ao fazer o tempo de 52s42. O brasileiro ficou atrás do britânico James Guy, ouro com a marca de 51s86, e do francês Mehdy Metella, que levou a prata com o tempo de 52s11.

Na disputa dos 100m peito, vencida pelo britânico Adam Peaty em 58s78, Felipe Lima foi o quarto colocado com 1min00s54. Guilherme Guido, com 25s46, foi o quarto dos 50m costas, em disputa vencida por Micheal Andrew, dos Estados Unidos, em 24s53 Jhennifer Conceição terminou a prova dos 100m peito no sétimo lugar, com o tempo final de 1min08s.

Nos 400m livre, Altamir (3min51s18) e Scheffer (3min5462) terminaram em sexto e sétimo lugares, respectivamente, com o ouro indo para o russo Aleksandr Krasnykh, com 3min44s20. Brandonn Almeida foi o sétimo nos 400m medley, com 4min23s08, com o japonês Daiya Seto sendo ouro com 4min09s62. E Larissa Oliveira foi sétima nos 200m livre.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".