Fale conosco no WhatsApp

Por sua segurança, coloque seu nome e número de celular para contatar um assessor digital por Whatsapp.

Campo Grande - MS, sábado, 17 de novembro de 2018

Maracanã

É para chorar! Em má fase, Vasco e Joinville ficam no 0 a 0

9 AGO 2015Por Terra16h:00

Vasco  e Joinville se enfrentaram na manhã deste domingo no Maracanã pela 17ª rodada do Brasileirão, e saíram de campo sem mexer no placar. Diante de um bom público no Maracanã na ensolarada manhã carioca, as duas equipes não produziram muito em campo, num duelo compatível com a campanha de ambos no Campeonato Brasileiro.

O resultado não alterou as posições dos times na tabela. Com 13 pontos, o Joinville ocupa a 18ª colocação, superando o Vasco, que tem a mesma pontuação, no saldo de gols.

Na próxima rodada, o Vasco tem um compromisso diante do Santos , na Vila Belmiro. O jogo está marcado para esta quarta-feira, às 21h. O Joinville jogará em casa na quinta-feira, encarando o Cruzeiro na Arena.

O duelo no Maracanã começou em ritmo lento. Vasco e Joinville pareciam estar apenas se aquecendo, e esperando o grande número de torcedores que tentavam entrar no estádio em grandes filas do lado de fora do Maracanã.

O nível técnico do jogo era muito ruim, e o Vasco só conseguiu o primeiro chute a gol aos 17 minutos. A jogada evoluiu pela direita quando Madson recebeu um belo lançamento e venceu o marcador na corrida . O Lateral vascaíno tocou para Dagoberto na entrada da área, que virou e deu para Jhon Cley finalizar. O goleiro Agenor caiu no canto esquerdo e segurou a bola.

As as melhores oportunidades da etapa inicial aconteceram em sequência. A primeira foi da equipe catarinense. Aos 31, Diego é lançado na esquerda da área e avança sozinho, mas acertou o golero Martín Silva na hora de concluir e desperdiçou a chance de abrir o placar. Na resposta vascaína, contra-ataque rápido e Herrera recebeu livre na marca do pênalti, mas também chutou fraco e Agenor defendeu.

Aos 33, Dagoberto fez boa jogada pela ponta esquerda, entrou em diagonal e arriscou de longe. Mais uma vez Agenor estava bem colocado e espalmou.

As duas equipes voltaram praticamente iguais para o segundo tempo, exceto pela alteração no meio-campo do Joinville com a entrada de Kadu no lugar de Lucas Crispim. E os catarinenses começaram melhor. Aos 2, Kadu avançou pela esquerda e lançou Kempes do outro lado. Dentro da área, o atacante mandou para o gol mas a bola foi em cima de Martín Silva.

Aos 11, bola roubada no meio-campo pelo Joinville , Kempes é lançado em profundidade, faz o corte no zagueiro e chuta de canhota, mas a bola vai pela linha de fundo passando perto da trave.

O técnico Celso Roth iniciou uma série de alterações, e tirou Dagoberto e Anderson Salles de uma só vez, colocando os atacantes Riascos e Thalles. O volume de jogo do cruz-maltino melhorou, mas o desempenho ofensivo das duas equipes continuou fazendo justiça à condição de ambos como os piores ataques do Brasileirão.

Um lance aos 33 ilustrou bem a situação da partida. Riascos recebeu na esquerda, abaixou a cabeça e saiu em velocidade em diagonal. Na altura da intermediária, sem opções, arriscou de longe e mandou rasteiro sem perigo pela linha de fundo.

O Vasco continuou tentando até o fim na base do "abafa", e aos 48 Agenor salvou com os pés a tentativa de Jhon Cley. Mas o Joinville soube se fechar e suportar a pressão para garantir o empate fora de casa.

Vasco 0 x 0 Joinville 

Local :
Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ) 
Horário : 11h (de Brasília) 
Renda : R$ 1.432.035,00 
Público : 35.508 pagantes (41.591 presentes) 
Árbitro : Luiz Flávio de Oliveira (Fifa-SP) 
Assistentes : Fábio Pereira (Fifa-TO) e Bruno Cesar Chaves Vieira (PE) 
Cartões amarelos : Anderson Salles, Madson (Vasco); Marcelo Costa, Marion (JEC) 

Vasco : Martín Silva, Madson, Jomar, Rodrigo e Christiano; Anderson Salles (Riascos), Pablo Guiñazu, Julio dos Santos e Jhon Cley; Herrera (Rafael Silva) e Dagoberto (Thalles) 
Técnico: Celso Roth 

Joinville : Agenor, Arnaldo, Bruno Aguiar, Guti e Diego; Naldo (Luiz Menezes), Anselmo, Marcelo Costa e Lucas Crispim (Kadu); Edigar Junio (Marion) e Kempes 
Técnico: Paulo César Gusmão

Os comentários abaixo são opiniões de leitores e não representam a opinião deste veículo.

Leia Também