Especial Coronavírus (COVID-19) - Leia notícias e saiba tudo sobre o assunto. Clique aqui.

COPA TRUCK

Débora Rodrigues minimiza <br>poeira na pista e mira título

Débora Rodrigues minimiza <br>poeira na pista e mira título
08/06/2017 08:06 - DA REDAÇÃO


 

Os pilotos da Copa Truck começam a acelerar no Autódromo Internacional Orlando Moura hoje, de olho na rodada dupla de domingo, válida pela segunda e última etapa da Copa Centro-Oeste.

Há 20 anos correndo com caminhões, a paranaense Débora Rodrigues, 49 anos, está na briga pelo título da fase regional e minimiza qualquer adversidade no caminho rumo ao pódio em Campo Grande.

Depois da estreia em Goiânia (GO), Débora (Volks/RM MotorSports) tem 38 pontos na classificação, mesma soma de Beto Monteiro (Iveco/Lucar Motorsports) e atrás apenas de Roberval Andrade (Scania/Dakar Motorsport), com 41, e Regis Boessio (Volvo/Boessio Competições), com 40. A piloto aponta que o regulamento na nova categoria torna a luta pelo troféu mais aberta.

“O formato de copas dá possibilidade maior para o pessoal do pelotão, que vai até o décimo lugar, de estar brigando por este título”, declara.

Débora volta a experimentar o circuito na Capital hoje, no “shakedown”, que serve como um reconhecimento da pista. A paranaense conhece o traçado e minimiza a poeira na pista, sempre lembrada por quem corre no Orlando Moura. “É um problema natural, de clima. O autódromo está em área rural, ele é descampado. Tem o vento que acaba carregando a terra para a pista. Mas, no nosso caso, eu diria que não é tão ruim. Não atrapalha muito essa questão da poeira”.

*Leia reportagem, de Jones Mário, na edição de hoje do jornal Correio do Estado.

Felpuda


Apesar de ainda fazer certo charme no estilo “se chamar, vou pensar” é praticamente certo que ex-candidato ao governo do Estado nas eleições passadas não participará da disputa pela Prefeitura de Campo Grande. Nos meios políticos é falado que não se trata de “novidade” e que não haverá mais cavalo encilhado passando na sua frente. Ele ainda insinua que poderá voltar em 2022, mas há quem diga que não precisará pensar, pois faltará a tal da “chamada”.