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UFC

Cris Cyborg desafia Ronda Rousey para duelo em peso combinado

Cris Cyborg desafia Ronda Rousey para duelo em peso combinado
05/08/2015 04:00 - extra


 

Enquanto a campeã do UFC Ronda Rousey desfila pelo Rio de Janeiro de férias, seus rivais não a poupam de críticas. Nesta terça-feira, a brasileira Cris Cyborg a acusou de ser covarde. Segundo ela, já passou da hora da americana mudar de categoria para as duas se enfrentarem.

— Vamos lá. Vamos falar a verdade. A mídia está fazendo propaganda da Ronda Rousey há alguns anos e promovendo que ela é a melhor lutadora do mundo. Tudo bem ela até tem seus méritos e, principalmente, por esta geração de fãs serem uma nova geração de fãs do MMA. Mas vamos voltar ao passado. Toda vida foi assim. Quando você limpa a sua categoria, após isso, você sobe de categoria para lutar. A maior prova que a Ronda já limpou a sua categoria é fazer os fãs verem, pela terceira vez, a luta dela com a Misha Tate — alfinetou Cyborg por meio de uma nota oficial.

Campeã do peso galo, Ronda já não tem mais adversários a sua altura na categoria. Cyborg diz que aceita enfrentá-la numa luta de peso combinado (140 libras), mas diz já estar cansada de ouvir sempre a mesma desculpa.

— A maior desculpa da Ronda é falar do meu doping que aconteceu há 4 anos, porque na verdade ela se esconde atrás disso. O que ela não é capaz de fazer como qualquer outro verdadeiro lutador faria depois de limpar sua categoria. Então, concordei em encontrá-la no meio do caminho, no peso 140lbs (peso intermediário entre galo e pena). Esse é o justo. Mas ela não concorda. Então, galera, para essa luta acontecer não depende só de mim. Depende de as duas quererem a luta — finalizou a brasileira.

Felpuda


Alguns políticos estão se aproveitando deste momento preocupante de pandemia para sugerir projetos oportunistas que, em alguns casos, são de resultados extremamente duvidosos. O mais interessante – para não dizer outra coisa – é que se for analisado o desempenho normal dessas figuras, verifica-se que essa preocupação toda nunca esteve no topo das suas prioridades. Ano eleitoral é assim mesmo. Lamentável!