PARALIMPÍADAS

Comitê Paralímpico terá mais verba para desenvolvimento

O esporte terá agora cerca de R$ 130 mi para aprimorar o rendimento de atletas
17/08/2015 13:37 - GAZETA ESPORTIVA


 

O Comitê Paralímpico Brasileiro terá um acréscimo na verba anual que recebe através da Lei Agnelo/Piva. Com a Lei de Inclusão da Pessoa com Deficiência sancionada em julho, o esporte paralímpico terá, agora, cerca de R$ 130 milhões para aprimorar ainda mais o rendimento de seus atletas. Situação muito diferente da antiga quantia repassada ao CPB, que era de R$ 39 milhões.

O presidente do CPB, Andrew Parsons, comentou sobre a nova quantia que o órgão irá receber e ressaltou a tranquilidade que todos terão para seguir desenvolvendo o esporte no país.

“Com a aprovação da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (sancionada em julho), a gente está saindo de uma arrecadação de R$ 39 milhões da Lei Agnelo/Piva, para cerca de R$ 130 milhões. Isso muda a realidade e nos dá uma tranquilidade muito grande”, declarou o dirigente.

Juntamente a isso, o Centro de Treinamento de São Paulo, instalação voltada aos paratletas, tem previsão de entrega da estrutura física em setembro e início das atividades em janeiro. Com a nova receita, o CPB deverá ter condições de gerir o CT com recursos próprios. Andrew também comentou sobre as novas oportunidades que a nova receita irá propiciar.

“Se em janeiro tivermos o Centro de Treinamento disponível para utilização, temos totais condições de cuidar da operação esportiva. Sempre se diz isso em termos das instalações. Uma coisa é construir, a outra é gerir, manter, fazer com que continuem operando. A gente fez uma ampla pesquisa no mundo para perseguir os melhores modelos”, afirmou.

Nos Jogos Parapan-Americanos, o Brasil bateu o seu melhor desempenho da história da competição, contabilizando 257 medalhas (109 ouros, 74 pratas e 74 bronzes) e ficando em primeiro lugar no quadro geral. A expectativa é que, com maior poderio econômico, o CPB consiga proporcionar aos atletas ainda mais condições para eles chegarem a Paralimpíada como favoritos.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".