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AUTOMOBILISMO

Com clima de ultimato na McLaren, Honda leva motor novo ao GP da Áustria

6 JUL 17 - 11h:26FolhaPress

Vendo a parceria com a McLaren cada vez mais ameaçada, a Honda chega pressionada para mostrar um avanço real no GP da Áustria, nona etapa do campeonato, que será disputada neste final de semana. Isso porque os japoneses vão correr pela primeira vez com a terceira especificação de sua unidade de potência.

As novidades já foram testadas por Fernando Alonso durante os treinos livres para o GP do Azerbaijão, mas serão usadas pela primeira vez em situação de corrida neste final de semana. A estratégia foi pegar as punições pela utilização de uma nova unidade de potência em Baku para evitar sair da última colocação.

Quando Alonso usou a novidade, os primeiros sinais foram positivos, ainda que o novo motor esteja longe de resolver os problemas da Honda: o espanhol chegou a 327 km/h na medição de velocidade máxima em Baku, enquanto seu companheiro, Stoffel Vandoorne, que usava a versão anterior, não passou de 312 km/h. Porém, o mais rápido em Baku foi Esteban Ocon, da Force India, que atingiu 354 km/h, ainda que com a ajuda do vácuo, que aumentava a velocidade máxima em cerca de 15 km/h naquela pista.

O ritmo lento de desenvolvimento da Honda vem frustrando a McLaren na terceira temporada de parceria com os japoneses. "Sou um cara que gosta de disputa, então este é um dos piores finais de semana que tivemos", disse o chefe Eric Boullier ainda em Baku. "Não penso no futuro, só corrida após corrida, e atualização após atualização, então veremos".

Tanto, que a McLaren já estaria em negociações adiantadas para ter os motores Mercedes em 2018 o que, para Fernando Alonso, resolveria o problema de competitividade da equipe, que é a última no mundial de construtores, com dois pontos.

"Temos nossas análises usando GPS e sabemos o quanto estamos perdendo e ganhando em comparação com os outros carros. Dá para ver que somos muito competitivos nas curvas, mas é difícil saber o quão competitivos seríamos com outro motor", avaliou o piloto espanhol.

A solução dos problemas de potência é fundamental para a renovação do contrato de Alonso, que termina no final deste ano, e o CEO da McLaren, Zak Brown, já sinalizou que esta é uma prioridade do time.

 

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