BRASILEIRÃO

Com chances perdidas, Ponte <br>e Chapecoense ficam no 0 a 0

Com chances perdidas, Ponte <br>e Chapecoense ficam no 0 a 0
06/09/2015 12:15 - Terra


 

Na manhã deste domingo, Chapecoense e Ponte Preta se enfrentaram na Arena Condá pela 23ª rodada do Campeonato Brasileiro , e, na reedição do confronto que colocou o time de Santa Catarina nas oitavas de final da Copa Sul-Americana, as duas equipes não saíram do 0 a 0. Com o resultado, os catarinenses chegaram aos 29 pontos, enquanto a Macaca foi a 28 pontos ganhos.

O empate sem gols não fez jus ao que foi o jogo, já que as duas equipes criaram diversas oportunidades para abrir o placar, mas pecaram nas boas atuações dos goleiros e na falta de pontaria nas finalizações. Com isso, Chapecoense e Ponte Preta seguem com um jejum de vitórias, que faz com que os dois times caiam ainda mais na tabela.

A Ponte não vence há cinco jogos, mas o ponto conquistado fora de casa serve, ao menos, para brecar a sequência de derrotas, já que a Macaca havia sido batida nas duas últimas rodadas. Situação parecida com a da Chapecoense, que completou quatro partidas sem um resultado positivo, mas encerrou a série de três derrotas consecutivas.

Na próxima rodada, a Chapecoense tem um clássico estadual pela frente e visita o Joinvile, quarta-feira (09), na Arena do JEC, às 21h. Já a Ponte Preta, recebe o lanterna Vasco , também na quarta-feira, às 19h30, no Moisés Lucarelli. Ambos os duelos válidos pela 24ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O JOGO
A Chapecoense começou se impondo desde o começo da partida, e, com apenas quatro minutos, já finalizou pela primeira vez. Em jogada ensaiada, Camilo cobrou escanteio rasteiro na área e Cleber Santana surgiu por trás da marcação para bater de primeira. Entretanto, o camisa 88 chutou mascado e o goleiro Marcelo Lomba defendeu sem problemas.

Aos 12, novo ataque da Chape, mas dessa vez foi a trave que impediu o gol dos donos da casa. Na linha de fundo, Apodi pedalou, driblou Gilson e, de pé esquerdo, levantou na cabeça de Bruno Rangel, que desviou a bola e acertou o pé da trave direita. No rebote, Tiago Luis não conseguiu acertar o chute e mandou para fora.

O Verdão do Oeste seguiu pressionando e atacando pelas laterais do campo, mas só voltou a assustar Marcelo Lomba aos 29 minutos. Camilo fez boa jogada pela esquerda e foi desarmado por Ferron e, na sobra, Bruno Silva encheu o pé direito da entrada da área. A bola foi subiu um pouco, mas Lomba usou as duas mãos e espalmou para longe.

O jogo seguiu movimentado e logo em seguida à chance de Bruno Silva, foi a vez de Diego Oliveira responder para a Ponte. O atacante enganou a marcação e bateu de canhota, de fora da área. A bola foi no ângulo direito de Danilo, mas o goleiro se esticou e conseguiu mandar para escanteio.

O 0 a 0 não fazia jus ao jogo e aos 41, Tiago Luis quase fez um golaço, mas parou em Marcelo Lomba. O atacante deixou um pontepretano caído, passou por Renato Chaves e entrou na área. Sem muito ângulo, ele chutou forte, de pé direito, para mais uma ótima defesa de Lomba.

A segunda etapa começou sem o ritmo alucinante da primeira, e Marcelo Lomba só trabalhou aos 20 minutos. Com um leve toque dentro da área, Camilo deixou para Tiago Luis e o atacante mandou de canhota, com força, obrigando mais uma grande defesa do goleiro da Macaca.

FICHA TÉCNICA 
CHAPECOENSE 0 X 0 PONTE PRETA

Local: Arena Condá, em Chapecó (SC) 
Data: 06 de setembro de 2015, domingo 
Horário: 11 horas (de Brasília) 
Árbitro: Cleisson Veloso Pereira (MG) 
Assistentes: Moisés Aparecido de Souza (PR) e Rafael Trombeta (PR) 
Cartões amarelos: Gilson e Felipe Azevedo (PON); Flavinho (CHA)

CHAPECOENSE: Danilo, Apodi, Neto, Rafael Lima e Dener Assunção; Elicarlos, Bruno Silva (Maranhão), Cleber Santana e Camilo (Túlio de Melo); Tiago Luís (Flavinho) e Bruno Rangel 
Técnico: Vinicius Eutrópio

PONTE PRETA: Marcelo Lomba, Rodinei, Renato Chaves, Ferron e Gilson; Josimar, Juninho e Elton; Felipe Azevedo (Bady), Cesinha (Clayson) e Diego Oliveira (Fábio Ferreira) 
Técnico: Doriva

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".