PORTO ALEGRE

Chape bate o Grêmio no RS, deixa zona de rebaixamento e ajuda Corinthians

Chape bate o Grêmio no RS, deixa zona de rebaixamento e ajuda Corinthians
17/09/2017 17:37 - Folhapress


Um gol com 45 segundos no segundo tempo definiu a vitória da Chapecoense sobre o Grêmio neste domingo (17), em Porto Alegre. O placar de 1 a 0 tirou os catarinenses da zona de rebaixamento e teve como outro beneficiado o Corinthians, adversário gaúcho na disputa pela liderança do Brasileiro.

A margem ficou maior. O Timão venceu o Vasco em São Paulo e chegou aos 53 pontos. Enquanto isso o Grêmio ficou com 43. São 10 de diferença faltando 14 jogos para o fim do campeonato.

A Chapecoense também tem muito a comemorar. O resultado deu ao time do oeste catarinense 29 pontos na classificação e a fuga da zona de rebaixamento.

Na próxima rodada, depois de decidir permanência ou não na Libertadores contra o Botafogo na quarta-feira, o Grêmio encara o Bahia fora de casa. Já a Chape terá pela frente a Ponte Preta no Índio Condá.

GRÊMIO
Marcelo Grohe; Léo Moura, Rafael Thyere, Bressan e Cortez; Michel, Arthur, Everton (Arroyo), Fernandinho, Ramiro (Patrick); Jael (Barrios).
T.: Renato Gaúcho

CHAPECOENSE
Jandrei; Apodi, Douglas Grolli, Fabrício Bruno e Reinaldo; Moises Ribeiro, Lucas Mineiro e Canteros (Lucas Marques); Alan Ruschel (Penilla), Wellington Paulista e Arthur Caike (Luiz Antonio).
T.: Emerson Cris

Árbitro: Marcelo de Lima Henrique
Assistentes: Dibert Pedrosa Moises e Michael Correia
Público/Renda: 14.618 (total)/R$ 406.709,00
Cartões amarelos: Canteros (CHA), Wellington Paulista (CHA), Alan Rushel (CHA), Apodi (CHA) Grolli (CHA); Michel (GRE);
Gols: Arthur Caíke, da Chapecoense, com 45 segundos do segundo tempo.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".