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VÔLEI DE PRAIA

Campeã, Victoria soma terceira medalha no Sul-Americano

A final em Camaçari foi disputada no domingo
22/04/2019 18:16 - JONES MÁRIO


 

A dupla da sul-mato-grossense Victoria com a sergipana Tainá venceu a etapa de Camaçari (BA) do Circuito Sul-Americano de vôlei de praia. Foi a terceira medalha da parceria após cinco fases do torneio.

A final em Camaçari foi disputada no domingo (21), quando Victoria e Tainá venceram as compatriotas Andressa e Diana (PB/RJ) por 2 sets a 0 (21/12 e 21/17). A atleta do Estado comentou sobre o título ao site oficial da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV).

“Estou feliz demais por conquistar mais esse ouro, a gente sabia que esses dois jogos de hoje [domingo], da semifinal e final, seriam muito difíceis. O nosso time conseguiu superar todas as dificuldades, a temperatura estava alta, mas deu tudo certo. Os times se conhecem bem, se enfrentam com frequência. Fico feliz. E mais legal foi que as três duplas do pódio foram brasileiras, a festa foi completa”, disse.

A medalha de bronze em Camaçari ficou com Carolina Horta e Ângela (CE/DF).

Victoria e Tainá já haviam faturado a medalha de ouro na segunda etapa do Circuito, em Coquimbo, no Chile. Em Brasília (DF), pela quarta fase, a dupla só caiu na decisão e terminou com a prata. O time não disputou as paradas de São Francisco do Sul (SC) e Lima, no Peru.

Depois de cinco ouros em cinco etapas, o Brasil lidera com folga o ranking do naipe feminino do Sul-Americano, com 1.000 pontos. A Argentina aparece em segundo, com 760 pontos.

O pódio masculino em Camaçari também foi 100% brasileiro. Ricardo e Vinícius (BA/ES) ficaram com a dourada após vitória sobre Jô e Léo Vieira (PB/DF) na decisão. Matheus Maia e Vinícius Cardoso (RJ) garantiram o bronze.

O Brasil também é líder isolado do ranking masculino, com 900 pontos, seguido pelo Chile, que soma 800 pontos.

O Circuito Sul-Americano tem cinco etapas regulares e dois torneios finais, com formato diferente, maior pontuação e premiação. As duas últimas fases serão em Resistencia, na Argentina, para o naipe feminino, e Brasil, em cidade ainda indefinida, no masculino.

Felpuda


Em uma das eleições em MS, candidato já oficializado na convenção corria o trecho para conquistar os eleitores. Mal sabia, porém, que time do seu partido e de aliados estava tramando sua derrubada para emplacar substituto que teria mais votos. Por muito pouco, o dito-cujo não foi guilhotinado, conseguindo salvar o pescoço. Agora tudo indica que o mesmo processo estaria em andamento e seria mais fácil, pois a “vítima” desta vez ainda é só pré-candidato. Dizem que a “turma da trairagem” tem know-now no assunto.