ESPORTE

Brasil bate a Itália pela Liga das Nações de vôlei feminino

Equipe lidera competição
18/06/2019 13:46 - RAFAEL RIBEIRO


 

Na manhã desta terça-feira, a Seleção Brasileira de vôlei feminino enfrentou a Itália pela Liga das Nações e conquistou uma convincente vitória por 3 sets a 0, com parciais de 25/21, 25/20 e 25/23.

Com a vitória, as brasileiras chegam a seis triunfos consecutivos e, já classificadas para a próxima fase, ocupam provisoriamente a liderança do torneio com os mesmos 31 pontos das italianas. Nesta terça, a Turquia, que tem 29 pontos, ainda enfrenta a Bélgica e tem a chance de retomar a ponta.

A próxima partida da Seleção Brasileira será nesta quarta-feira, às 11h (horário de Brasília), diante da Bélgica. Posteriormente, na quinta-feira, a equipe fecha a fase de classificação contra a Turquia, ás 14h.

As cinco primeiras colocadas da Liga das Nações (além da China, país sede) avançam para a fase final, que será realizada entre os dias 3 e 7 de julho. Posteriormente, o Brasil ainda tem o pré-olímpico, os Jogos Pan-Americanos e a Copa do Mundo.

A Itália entrou em quadra nesta terça-feira com um time majoritariamente reserva, mesclando com a presença de algumas titulares durante a partida. O Brasil, por sua vez, mesmo sem contar com Tandara e Carol, teve tranquilidade para se aproveitar bem do bloqueio e garantir um bom aproveitamento nas viradas de bola.

A Seleção Brasileira teve uma grande atuação coletiva. O principal destaque ficou por conta do bloqueio, que conseguiu nove pontos. Muito em função do baixo saque italiano, o passe brasileiro também esteve sempre na mão da levantadora. O grande nome do Brasil foi Bia, que marcou pontos de ataque, saque e bloqueio. Além dela, Gabi também teve papel decisivo, se destacando sobretudo no fim do terceiro set.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".