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APÓS 6 MESES

Auxiliar inglês de Rogério Ceni <br>pede demissão no São Paulo

Auxiliar inglês de Rogério Ceni <br>pede demissão no São Paulo
01/07/2017 12:06 - globoesporte.com


 

Durou seis meses o trabalho de Michael Beale como auxiliar técnico de Rogério Ceni no São Paulo. Nesta sexta-feira, o inglês pediu demissão. A informação foi publicada primeiramente pela ESPN e confirmada pelo GloboEsporte.com.

Beale alegou dificuldade de adaptação ao futebol brasileiro e da família (esposa e filhos) à vida na capital paulista. Nos bastidores, porém, é sabido que o inglês estava extremamente frustrado pela situação do time, com as constantes mudanças no elenco (venda e chegada de novos jogadores).

Por outro lado, o auxiliar era tido no CT como uma pessoa extremamente fria, sem comunicação com funcionários e outros membros da comissão técnica. Havia reclamações sobre essa conduta.

Beale é autor de nove livros sobre métodos de treinamentos. Ele trabalhou de 2003 a 2012 no Chelsea. Lá, foi técnico do sub-14 e responsável pelo desenvolvimento das categorias de base. Em setembro de 2012 assumiu, em função semelhante, as equipes sub-15 e sub-16 do Liverpool. Ainda passou pelas equipes sub-21 e sub-23 do clube, antes de aceitar o convite de Rogério Ceni.

O inglês chegou ao Brasil em dezembro, pouco depois do anúncio de Rogério Ceni como técnico. O trabalho de campo começou na pré-temporada do time na Flórida, em janeiro. A grande motivação dele era aprender um segundo idioma, mas ele acabou parando com as aulas de português, e a comunicação com os jogadores era ruim. Sua maior importância no clube era na elaboração dos treinos, junto com Rogério Ceni.

A diretoria do São Paulo pretende contratar um substituto brasileiro para Beale. Por enquanto, o ex-volante Pintado fica como único auxiliar de Ceni.

Felpuda


Sindicalista defende o fim de mordomias e privilégios dos políticos e dos integrantes de outros Poderes, conforme divulgação feita por sua assessoria. Para ele, está na hora de se colocar um basta nessa situação, questionando, inclusive, o número de parlamentares e de assessores. Entretanto, não demonstra a mesma aversão por aqueles dirigentes de sindicatos que se perpetuam no poder e que comandam mais de uma entidade, assim como ele. Afinal, o exemplo deve vir de casa, né?