AUTOMOBILISMO

Autódromo de Campo Grande sedia disputa entre Listas

Premiação para pilotos chega a R$ 20 mil
11/07/2019 10:36 - DA REDAÇÃO


No sábado, acontecerá na Capital a segunda edição da maior disputa entre Listas do Brasil, o Armageddon, etapa Campo Grande. O desafio, que reúne pilotos de todo o País, será realizado no Autódromo Orlando Moura. Segundo os organizadores, os rachas se iniciam às 12h, com premiação de R$ 20 mil.

Além dos pilotos de Campo Grande, dez caravanas de diversos estados estarão disputando o prêmio e o troféu do carro mais rápido. 

A organização tem a expectativa de cerca de 1000 pessoas, entre pilotos e staff de corrida. Realizada em Londrina (PR) em 2018, a última edição da disputa foi vencida pela equipe Piruka Racing, do piloto campo-grandense Rafael Tolini, com a Saveiro 4x4.

Com a campanha Racha de Rua é Crime! Correr, Só no Autódromo!, a Associação de Pilotos Amadores de Automóvel Misto, de Competição, Motocicleta e Preparadores do Estado de Mato Grosso do Sul (APPA 67), por meio de eventos realizados em autódromos, vem desde dezembro de 2017 procurando incentivar as competições.

A ideia é que os tradicionais “rachas” – corridas ilícitas praticadas em área urbana, rural ou rodovias entre automóveis e motocicletas – não sejam praticados em vias públicas, e, sim, em locais seguro para não colocar em risco a vida daqueles que estão trafegando pelas vias.

Segundo o Código Brasileiros de Trânsito, esses “pegas” são considerados crime, além de colocarem em risco a vida das pessoas. Por conta disso, há dois anos, o organizador do evento, Ronny Viegas, criou o projeto Corridas Proibidas Área 67 – A Lista, que realiza essas competições.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".