MEIO-CAMPISTA

Atlético-PR aumenta salário e Marcos Guilherme fica até 2019

Atlético-PR aumenta salário e Marcos Guilherme fica até 2019
14/08/2015 12:50 - Terra


 

Considera como joia do CT do Caju, o meio-campista Marcos Guilherme prorrogou seu contrato com o Atlético-PR e teve um aumento salarial nesta quinta-feira. Agora, o vínculo do jogador vai até final de março de 2019.

Com 20 anos, o camisa 10 atleticano é titular absoluto da equipe de Milton Mendes e, há pouco mais de uma semana, pediu à diretoria que seus vencimentos subissem. Ganhando R$ 12 mil, o jogador requereu aproximadamente R$ 45 mil e assustou aos dirigentes do clube paranaense, que não gostaram da alta pedida no início e o repreenderam.

Após nova conversa nesta semana, as partes chegaram a um acordo e o novo contrato foi registrado nesta tarde no Boletim Informativo Diário (BID), da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). O salário é próximo do pedido pelo jogador. Vale lembrar que, em setembro de 2014, o atleta rubro-negro já tinha renovado com o Atlético-PR .

Tendo passagens constantes nas categorias de base da Seleção Brasileira , Marcos Guilherme é uma grande aposta da direção para fazer um bom dinheiro com sua venda. Entretanto, a ideia é vendê-lo somente após as Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016, pois acreditam em sua convocação e na valorização dos direitos econômicos.

Desde 2009 no Atlético-PR, o meia marcou 15 gols com a camisa do clube paranaense no profissional. Neste Campeonato Brasileiro , o jogador fez 10 partidas e anotou três tentos, além de dar duas assistências. O presidente Mario Celso Petraglia aposta que o camisa 10 seja "a maior revelação do clube".

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".