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NEGÓCIO BILIONÁRIO

Russos querem incentivos fiscais dados à Petrobras para assumir UFN3

Azambuja disse que reunião para discutir a questão será realizada em julho

19 JUN 19 - 14h:44GLAUCEA VACCARI E IZABELA JORNADA

Conglomerado russo Acron, que deve concluir em setembro o processo de compra da Unidade de Fertilizantes Unidade de Fertilizantes Nitrogenados 3 (UFN3), em Três Lagoas, quer receber os incentivos fiscais dados pelo governo do Estado à Petrobras. Na segunda quinzena de julho, representantes do grupo virão ao Estado discutir a questão, segundo informou hoje o governador Reinaldo Azambuja (PSDB).

“Eles [os russos] disseram que em julho, na segunda quinzena, vão estar aqui, já para sentar com o Governo do Estado, já com o cronograma de como será a negociação, como será a retomada dos investimentos, qual o montante de investimentos, volume de recursos e pediram que eles querem discutir o incentivo fiscal, porque o incentivo foi dado à Petrobras. Então nós teríamos que fazer uma transferência desse incentivo à empresa compradora da UFN3”, disse Azambuja.

Ainda segundo o governador, a administração estadual está aberta a discussão e aguardará quais serão os pontos apresentados pelos representantes da Acron, para bater o martelo sobre a conclusão da UFN3.

Os incentivos fiscais isentam de impostos estaduais a aquisição da estrutura e dos maquinários para conclusão da obra. O negócio entre a estatal brasileira e a companhia da Rússia é de R$ 8,2 bilhões.

Quando a Petrobras paralisou as obras da UFN3, em dezembro de 2014, a obra estava 83% concluída.

secretário estadual de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar, Jaime Verruc, informou nesta semana que os representantes da Acron no Brasil ficaram animados com as decisões judiciais que liberaram o negócio, e agora a expectativa é de que até setembro a venda das unidades seja concluída.

Desta forma, a construção da fábrica recomeçaria no primeiro semestre de 2020, e as operações estão programadas para ter início em 2022.

* Colaborou Rafael Ribeiro

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