Especial Coronavírus (COVID-19) - Leia notícias e saiba tudo sobre o assunto. Clique aqui.

FINANÇAS

Receita do Estado encolhe <br>5% e fica em R$ 759,2 milhões

Valores referem-se à movimentação de julho em MS
30/08/2017 07:00 - DA REDAÇÃO


 

A receita corrente líquida de Mato Grosso do Sul fechou em R$ 759,217 milhões no mês de julho, recuo de 5,01% em relação ao mês anterior, de R$ 799,285 milhões, de acordo com demonstrativo publicado no Diário Oficial do Estado pela Secretaria Estadual de Fazenda na semana passada.

A redução reflete a queda nas receitas tributárias, que saíram de R$ 756,824 milhões para R$ 729,954 milhões na virada do semestre (-2,38%) e das transferências correntes, que encolheram R$ 9,34 milhões no período (-3,50%), baixando de R$ 267,168 milhões para R$ 257,827 milhões. 

Entre as principais fontes de arrecadação, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) apresentou retração de 3,38% e registrou receita de R$ 611,151 milhões no mês passado, contra R$ 632,544 milhões em junho.

Também tiveram decréscimos o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) – de R$ 20,748 milhões para R$ 17,165 milhões, queda de 17,27% –; o imposto sobre herança, o ITCD – de R$ 13,826 milhões para R$ 10,182 milhões, representando redução de 26,36%; e outras receitas tributárias, que apresentaram queda de 10,87%, saindo de R$ 27,103 milhões para R$ 24,153 milhões.

A exceção foi a arrecadação com o Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF), que cresceu 7,51% e foi de R$ 62,601 milhões, em junho, para R$ 67,302 milhões, em julho.

*Leia reportagem, de Daniella Arruda, na edição de hoje do jornal Correio do Estado.

 

Felpuda


Vereador de Campo Grande fez pronunciamento com forte teor preconceituoso que obviamente não agradou, principalmente as mulheres. A repercussão negativa foi grande e ele teve de ler cobras e lagartos em seu perfil nas redes sociais. Assim, correu para publicar nota de esclarecimento tentando colocar panos quentes e se comprometendo a, já na próxima sessão, solicitar a retirada de sua fala dos chamados “anais da Casa”. Também, pudera!