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INFLAÇÃO OFICIAL

Queda no preço de alimentos e bebidas puxa deflação na Capital

Índice Nacional de Preços ao Consumidor fechou setembro em -0,04%
09/10/2019 12:16 - GLAUCEA VACCARI


O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado o oficial do país, registrou deflação de -0,04% em Campo Grande no mês de setembro. Dados foram divulgados hoje (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em agosto, a Capital também registrou deflação de -0,21%.

No acumulado do ano, inflação oficial de Campo Grande é de 2,30% no ano e nos últimos 12 meses é de 2,77%.

A deflação de setembro foi influenciada principalmente pela queda -0,90 % nos preços dos alimentos e bebidas. Principais quedas foram nos valores da tubérculos, raízes e legumes (-12,69%); hortaliças e verduras (-6,28%) e carnes (-1,89%). Maior aumento foi de óleos e gorduras, de 2,86%.
 
Outros grupos de despesas que tiveram deflação foram artigos de residência (-0,17%), puxado pela queda nos preços de eletrodomésticos e equipamentos, e o grupo de comunicação, com deflação de -0,03%.

Os gastos com vestuário tiveram a maior alta de preços em setembro: 0,39%. O aumento foi influenciado pelas inflações de 4,36% das joias e bijuterias e de 1,48% nos calçados e acessórios.

Saúde e cuidados pessoais e despesas pessoais registraram o mesmo índice de inflação, de 0,37%, enquanto as despesas com habitação ficaram 0,17% mais caras.

A alta nos preços do transporte foi puxada, de 0,12%, foi influenciada pela inflaçãõ de combustíveis (0,37%) e veículos próprios (0,04%), que se sobrepuseram a baixa dos gastos com transporte público (-0,07%).

No grupo da educação os preços se mantiveram praticamente estáveis, com inflação de 0,01% no mês.

No Brasil, a inflação oficial fechou setembro no mesmo índice registrado em Campo Grande, de 0,04%. A taxa é menor que as inflações de 0,11% de agosto último e de 0,48% de setembro do ano passado.

Felpuda


Alguns políticos estão se aproveitando deste momento preocupante de pandemia para sugerir projetos oportunistas que, em alguns casos, são de resultados extremamente duvidosos. O mais interessante – para não dizer outra coisa – é que se for analisado o desempenho normal dessas figuras, verifica-se que essa preocupação toda nunca esteve no topo das suas prioridades. Ano eleitoral é assim mesmo. Lamentável!