PESO NO BOLSO

Preço da gasolina sobe 11,45%<br> em um mês e terá novas altas

Valor saltou de R$ 3,273 no início de julho para R$ 3,648
12/08/2017 07:00 - DA REDAÇÃO


 

Decorrido um mês entre a elevação da carga tributária sobre os combustíveis e a revisão da política de preços da Petrobras, que passou a reajustar quase que diariamente os preços da gasolina e do diesel (para cima ou para baixo) no mercado nacional, o motorista de Campo Grande, principal mercado consumidor de Mato Grosso do Sul, já começa a ter um cenário mais claro do impacto de tantas mudanças sobre o próprio bolso.

No caso do preço da gasolina, todas essas novidades se traduziram em aumento de 11,45% no preço médio do litro do combustível comercializado na Capital, no intervalo de quatro semanas, segundo levantamento de preços da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). 

De R$ 3,273, preço encontrado entre os dias 9 e 15 de julho, o valor do litro da gasolina passou para R$ 3,648, na semana encerrada em 5 de agosto, conforme levantamento mais recente divulgado pela agência.

É importante destacar que esse último preço já esteve mais “salgado”: na virada de julho para agosto, entre os dias 23 e 29 de julho, o litro da gasolina chegou a R$ 3,690.

Em Mato Grosso do Sul, o preço médio da gasolina avançou 8,85% em quatro semanas, passando de R$ 3,403 para R$ 3,704, enquanto o etanol ficou 6,84% mais caro (de R$ 2,882 para R$ 3,079).

Para o diesel, a alta verificada foi de 3,92% e o biocombustível estava sendo comercializado na semana passada, no Estado, por R$ 3,368 o litro, diante de R$ 3,214 de quatro semanas atrás.

*Leia reportagem, de Daniella Arruda, na edição de sábado/domingo do jornal Correio do Estado.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".